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O pedido é para o fim da captura e massacre de golfinhos em Taiji

No dia 1º de setembro, das 13h as 16h será realizada uma manifestação em frente ao Consulado Geral do Japão, em São Paulo, a fim de chamar atenção para o extermínio diário e o comércio de golfinhos para cativeiros, que passam pelo Japão em sua rota de migração.

O “Japan Dolphins Day 2014” é um protesto oficial e acontece simultaneamente em várias cidades do mundo. São Paulo também está inclusa e este ano participará novamente.

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A temporada de caça acontece na pequena cidade de Taiji que se inicia em primeiro de setembro e vai até 31 de março. Pescadores em barcos encurralam dezenas de golfinhos em uma enseada e os massacram com golpes de arpões e facadas.

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Crudívoro é quando o alimento não é cozido

A ameixa é uma fruta cítrica que possui diversos tamanhos, crescimento e coloração, de acordo com o país de origem.

É um alimento com baixa caloria, poderoso antioxidante natural, fonte moderada de vitamina C, vitamina A e betacaroteno, possui flavonóides poli-oxidantes fenólicos que eliminam os radicais livres que atuam no envelhecimento e doenças.

A ameixa é rica em potássio e ferro e uma fonte moderada de vitaminas do complexo B, como a vitamina B3, B6 e vitamina B5.

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Por outro lado, o coco possui outras vitaminas do complexo B complementando as vitaminas desse docinho crudívoro, como a vitamina B1, B2 e B5, o coco possui outros nutrientes como a vitamina A e a vitamina C e é também uma boa fonte de minerais como potássio, sódio e outros minerais como o cálcio, ferro, magnésio, manganês e cobre.

Ingredientes:
10 ameixas secas sem caroço
1/2 xícara de coco ralado
1 banana nanica grande
coco ralado para enrolar

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A veganofobia corre solta, junto a muitos onívoros, ovo-galacto-carnistas e mesmo a galactômanos não-carnistas

Há pessoas que dizem não deixar de comer carnes e laticínios porque os veganos são chatos e elas não querem ser identificadas como chatas assim. Essas pessoas encontraram apenas uma desculpa bem furada para continuar sua dieta macabra. Furada por quê? Porque, simples assim, os veganos não se tornaram veganos por conta da gentileza dos humanos para com eles ou para com os animais. Foi o contrário. Foi pelo fato de constatarem que a gentileza dos humanos é hipócrita quando se trata da forma pela qual os animais são considerados.

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Gentileza não gera gentileza? Pois então! Sabendo que quando não somos gentis não temos o direito de esperar ser tratados com gentileza, e usando a coerência que tanto veganofóbico odeia, nós, veganas e veganos chatos ou agradáveis ao palato ovo-galacto-carnista concluímos que, para merecer ser bem tratados, primeiro precisávamos abolir de nossa biografia a carga de maus-tratos que causávamos a todos os animais. Então nos tornamos veganos, por conta disto: do sofrimento e tormento que causávamos aos animais criados e mortos para nosso consumo.

Os veganos não tiraram a carne do prato porque encontraram anjinhos soprando suavemente em seus ouvidos que os animais são torturados e mortos para que se tenha um bife ou uma fatia de queijo. Nenhum vegano decidiu ser vegano porque alguém veio lhe fazer um carinho. Sinto muito.

Acho que todos os veganos levaram foi mesmo um grande tabefe no dia em que viram o primeiro filme de um abate e de um centro de maus-tratos às vacas das quais o leite é extraído, ou, quando ainda não existiam esses filmes, como é o meu caso que já estou na terceira idade, leram o primeiro livro que descrevia o que os animais sofrem. Um tabefão. Daqueles que fazem a gente se recolher e ficar passando a mão na marca, para aliviar a inflamação e ao mesmo tempo manter a memória, não permitir que ela se esvaia em meio a tantas sensações palativas e gustativas que a ingestão de alimentos animalizados propicia.

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Direitos Animais e o conflito Israel x Palestina

O presente artigo traz um questionamento de até que ponto pode-se exigir do vegano, defensor dos direitos animais, um posicionamento em relação a questões políticas e ideológicas alheias à própria causa. Podem os direitos animais obedecer às demandas políticas de grupos específicos? Devem os veganos pensar de maneira uniforme sobre todos os assuntos? Trata-se de uma reflexão pessoal do autor e não reflete a opinião do veículo que o publica.

Costumeiramente tenho reiterado em minhas colocações que o veganismo e os direitos animais não devem ser associados a correntes políticas, filosóficas, religiosas ou a movimentos sociais, com risco de perda de adeptos. O veganismo é para toda a humanidade e não apenas para grupos de seres humanos que possuem determinados posicionamentos.

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Ocorre que já há tempos percebo uma tendência de alguns indivíduos engajados em correntes supremacistas e grupos religiosos proselitistas, que pregam repetidamente que seria obrigação de todos os veganos seguirem em sua mesma direção, ou adotarem suas mesmas crenças. Ora, nada mais distante da realidade. Isso seria restringir bastante as possibilidades dentro do veganismo.

É claro que há elementos que não podem ser dissociados do veganismo, não quer dizer que tudo o que determinado indivíduo associe ao veganismo seja realmente parte dele. As pessoas adotam suas ideologias baseadas em estruturas de pensamentos específicas, não quer dizer que tais estruturas de pensamento estejam corretas nem que sejam as únicas que levem a tais conclusões. Há que se considerar que diferentes indivíduos possuem diferentes experiências, conhecimentos e planos de fundo (backgrounds).

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A prevenção do câncer pode começar no caixa do supermercado

Na ocasião do Dia Mundial do Câncer 2014, a Organização Mundial da Saúde divulgou os resultados estatísticos de uma nova pesquisa sobre o comportamento da incidência de casos de câncer no mundo. De acordo com esses dados, espera-se que haja um aumento de 70% no número de ocorrências dessa doença ao longo dos próximos 20 anos.

Essa é, sem dúvida, uma péssima notícia, mas é possível diminuir significativamente a chance de adquirir 23 tipos de câncer apenas eliminando dois importantes fatores de risco: o cigarro e a carne.

carne-e-considerada-o-novo-tabaco-em-termos-de-cancer-cigarro-tipos-cancer-dieta-bexiga-rim-pulmão-esôfagoVeja o arquivo original da PCRM (em inglês).

Engajando-se na luta contra o câncer, a CVS Caremark, segunda maior rede de farmácias dos EUA, anunciou que, até outubro, a venda de cigarros será totalmente suspensa em todas as suas lojas. Esta é uma prova de que a mudança radical na visão e na abordagem de produtos contendo tabaco está surtindo efeito. Mudanças como essas salvarão incontável número de vidas. Contudo, para reverter a constante elevação nas taxas de incidência dessa doença é imperioso focar nossa atenção no produto altamente cancerígeno dos tempos atuais: carne processada.

Quase todo mundo sabe que fumar causa câncer, motivo pelo qual é proibido acender cigarros em escolas, bares, aeroportos, escritórios ou hospitais. No entanto, o que chama a atenção é a falta de consciência pública sobre como a dieta pode tornar-se um importante fator desencadeador de doenças. Esse desconhecimento é comum tanto entre os americanos, como entre a população de outros países.

Em 2009, aproximadamente 73% dos canadenses ignoravam a associação existente entre alimentação e câncer. Também no Reino Unido uma recente pesquisa demonstra que 49% de seus cidadãos não estão cientes sobre a influência da dieta no aparecimento desta doença.

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Sanduíche vegetariano fácil de fazer e gostoso de comer!

Sanduíche, do inglês sandwich, proveniente da cidade de Sandwich, em Kent, no sudeste da Inglaterra.
No séc. 18 o estadista britânico John Montagu, quarto conde de Sandwich era um verdadeiro amante de jogos de cartas (bridge) e passava horas jogando sem parar nem para comer, para não ter que se ausentar da mesa e saciar a fome o Lord John Montagu pedia para seus cervos montarem um prato com pão e carne para seu consumo.

Seus colegas de jogo começaram a pedir “o mesmo que Sandwich”, até tornar “o mesmo Sandwich”. Assim nasceu o sanduíche homônimo do quarto conde de Sandwich.

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Desde a invenção histórica do sanduíche e com a sua formulação básica, diversas variações de pães e recheios foram criadas, variando de acordo com a disponibilidade de alimentos locais ou a cultura local, como o Beirute, Bauru, Hot-Dog (que recebe esse nome devido a aparência de dachshund), o hambúrguer, americano, o cheeseburger, etc.

Existem as variações que são vegetarianas (não é só o X-Salada) como os Vegburgers, geralmente de soja ou outros recheios como grão-de-bico, burgers de lentilha, de mandioca, de beterraba, de abobrinha, quinoaburger, tem também o famoso Tofuburger ou até mesmo algumas versões doces como sanduíches de pastas de amendoim, goiabada ou chocolate.

Como nosso objetivo é a promover uma alimentação vegetariana, obviamente o nosso sanduba da foto e receita não é de origem animal, é feito exclusivamente com vegetais, fácil de ser preparado e super saboroso.

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Zoológico é prisão de animais, eles estando cientes ou não

Um projeto de arquitetura do dinamarquês Bjarke Ingels pretende esconder os visitantes de zoológicos em cápsulas espelhadas, sistemas de teleféricos e esconderijos com buracos de observação em todo o parque para permitir a continuidade futura dos zoológicos.

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Zootopia é o nome do projeto bem-estarista que busca perturbar um pouco menos os animais confinados em zoológicos, a ideia será implantada pela primeira vez no zoológico de Givskud, no sul da Dinamarca, que permanecerá aberto durante as obras que estão previstas de serem realizadas até 2019.

Nota do Camaleão: O projeto Zootopia tem o objetivo de sanar um dos impactos da vida dos animais em zoológico, o stress da visitação massiva e diária dos humanos, mas não se engane, o projeto não tem como objetivo sanar esse problema em prol dos animais e sim intensificar os lucros dos jardins zoológicos que adotarem o sistema, uma vez que a curiosidade sobre uma nova forma de visualização dos animais e a “diversão” por estar em uma esfera espelhada “invisível” pode parecer algo encantador para muitas pessoas.

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Narração histórica e filosófica dos Direitos Animais

No domingo, dia 24 de agosto, o Historiador e Prof. Bruno Müller ministrará a pedido do Camaleão um mini curso de direitos animais, apresentando os conceitos básicos envolvidos no debate animalista, seus fundamentos científicos e filosóficos, e as distinções entre as correntes bem-estarista e abolicionista do movimento de direitos animais.

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Será o primeiro GEDA VALE CONVIDA da região do Vale do Paraíba. O Grupo de Estudos de Direitos Animais (GEDA) é um projeto com fins educativos, visando auxiliar na conscientização e educação abolicionista que tem como intuito a formação contínua nas teorias dos direitos animais, nosso objetivo é incentivar a formação no tema para todos os interessados, mediante o estudo e o debate.

O tema a ser estudado no GEDA VALE CONVIDA é o estatuto moral dos animais ao longo da história, os Direitos animais no debate filosófico ocidental: de Descartes a Bentham, a fundamentação filosófica dos direitos animais e o debate contemporâneo sobre direitos animais.

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O carrinho possibilita levar os direitos animais para vários locais

A primeira exibição pública do carrinho foi nesse sábado (2), na ação de conscientização de rua, realizada na praça Santa Terezinha, em Taubaté (SP). Após meses de estudo, planejamento, trabalho voluntário e sufoco financeiro, o carrinho multimídia do Camaleão foi finalmente inaugurado para ser utilizado nas atividades de conscientização de rua do Camaleão.

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O carrinho multimídia tem como objetivo levar informações sobre Direitos Animais & Veganismo ao público transeunte, atingindo várias faixas etárias e diversas classes sociais. Possui também a possibilidade de transportar os equipamentos para exibição de filmes e vídeos sobre Direitos Animais, facilitando o trabalho nas atividades programadas e proporcionando que mais atividades sejam realizadas pelo Camaleão.

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Tofu é queijo de soja, Mandiokejo é queijo de mandioca!

Tofu é um alimento histórico muito consumido no Oriente, foi inventado pelos chineses há dois mil anos atrás, é uma fonte de proteínas de alta qualidade, de vitaminas do complexo B e de Ferro, além de um ótimo alimento para obtenção de cálcio, fósforo e magnésio.

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O tofu ajuda a reduzir os níveis de colesterol, importante alimento para o desenvolvimento e manutenção da saúde óssea, diminui a produção de radicais livres (responsáveis pelo envelhecimento e surgimento de tumores), retarda a osteoporose.

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