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Pelo fim da distorção dos termos e do Flexitarianismo para o bem dos Direitos Animais!

Em meio a uma situação econômica tida por muitos como instável, alguns empresários têm arriscado de tudo até mesmo dizer que seus empreendimentos “são o que eles não são” (“Greenwashing”), inclusive, tem estabelecimento que tem colocado produtos lácteos e dizendo que o produto é “lacto-vegan” e outros que tem se declarado como “veganos” pelo benefício que isso gera de mídia e “case alternativo de sucesso”, mesmo quando, o estabelecimento é lacto-vegetariano!

O que é, obviamente, um absurdo e atrapalha ainda mais a divulgação do Veganismo.

Recentemente, o empresário Guilherme Carvalho (Secretário Executivo da Sociedade Vegetariana Brasileira), a sócia Monica Buava (Coordenadora Responsável pela Segunda Sem Carne) e Carol Caliman investiram no lacto-“vegetariano” Barão Natural.

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Em entrevista intitulada “Em um ano, jovens empresários abrem quatro restaurantes veganos com preço baixo” fornecida ao portal Vista-se, Monica comentou: “Criamos a marca Barão Natural e abraçamos a missão de levar alimentação vegana para o  maior número possível de pessoas, com muito sabor e a um preço verdadeiramente acessível”.

Em outro trecho da mesma entrevista, a sócia Monica Buava, afirma que “o que importa para os animais é que os sócios do Barão estão focados em promover uma alimentação vegetariana estrita“. Nada poderia estar mais distante da verdade dos fatos.

Conforme consta no Facebook oficial da empresa, o cardápio da pizzaria Barão Natural conta com mais de dez pizzas não-veganas (com queijo de vaca).

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Spaghetti de Semola – sem “ingredientes” de origem animal

No segundo episódio do programa Diva Invade, do DiVegana, o artista vegano e DJ integrante do Racionais MC’s decidiu abrir as portas de sua casa para falar um pouco sobre sua trajetória ao veganismo, referências de vegetarianos no hip hop e veganismo popular.

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KL Jay ficou conhecido no cenário paulista e também no hip hop nacional com o avanço da influência musical do Racionais MC’s, que sempre trouxeram letras críticas sobre racismo, brutalidade da polícia e do Estado, exclusão social, violência e drogas.

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Atma Veg: o primeiro Fast Food 100% Vegano

Inaugurado oficialmente no dia 3 de abril de 2014, o Atma Veg é o primeiro Fast Food 100% Vegano do Brasil e também a primeira lanchonete vegana da região do Vale do Paraíba.

O estabelecimento possui um completo cardápio vegano de deixar qualquer um boquiaberto! São diversas opções doces e salgadas, um jeito diferente de fazer Fast Food, saudável e vegano, com foco em alimentos naturais, integrais e orgânicos.

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Os burgers de Grão de Bico, Soja, Ervilha e Beterraba, são preparados com temperos especiais, gentileza, dedicação e acompanham patês exclusivos, queijos vegetais, legumes e verduras.

Tudo é feito com agilidade no melhor estilo Fast Food, adicionado de muito carinho e o toque especial vegano do Atma Veg, com saúde e essência do sabor!

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Ovos de páscoa sem lactose, totalmente isento de animais na composição

Muita gente acredita que vegetarianos deixam de consumir uma série de coisas gostosas, principalmente, os diversos tipos de doces existentes como se não pudéssemos comer com prazer comprando alguns produtos ou fazendo receitas de barras, bolos, recheios, doces diversos e consumir o tão amado: chocolate.

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Na verdade podemos tanto produzir nossos doces e fazer deles o recheio que quisermos, encontra-se muitas opções de chocolate sem leite hoje em dia (lembrando que o leite não é o único insumo de origem animal em doces, mas é um dos mais, infelizmente, encontrados nesses produtos) ou podemos comprar de pessoas e empresas que produzem esses chocolates.

Pensando em mostrar como isso é possível decidimos mostrar algumas empresas que fazem ovos veganos para páscoa. Algumas delas permitem a entrega via sedex como Genevy, Veg Vida, entre outras. Confira e peça o seu:

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Uma importante obra literária que inclui o Veganismo em sua esfera

No dia 26 de março teremos, no Rio de Janeiro, um lançamento raro no contexto editorial brasileiro. Trata-se do romance O Espelho Partido, que tem no veganismo um dos seus temas centrais.

A apresentação do livro pelo autor será antecedida de um debate com o tema “Literatura, Direitos Animais e Depressão” na lanchonete Dona Vegana e terá início às 18 horas e durará, aproximadamente, trinta minutos.

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Livros acadêmicos sobre direitos animais têm se multiplicado no Brasil nos últimos anos. Nos universo ficcional, entretanto, eles ainda são escassos. O Espelho Partido vem preencher parte desta lacuna.

O livro pode ser adquirido com desconto no dia do lançamento ou na loja virtual do Camaleão.

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A adoção de animais como símbolo remonta às sociedades paleolíticas, totêmicas, onde determinado animal, ou um grupo de animais, eram adotados pelos clãs com vistas a servir-lhes de representante.

A escolha do animal-totem era realizada com base na percepção de alguns atributos desejáveis que esse animal expressava, e que deveria ser transmitido para o clã. Era dessa maneira que, simbolizado pelo animal, o clã passava a se considerar filho do animal-símbolo e, como ele, acreditava poder expressar os atributos que nele admirava.

Uma possível evolução desses sistemas theriantrópicos pode ter sido, na antiguidade, o culto a diferentes deuses com formas animais, ou híbridos entre homens e animais , presentes nas antigas religiões egípcia, mesopotâmicas, indianas, da América pré-colombiana, canaanitas, europeias, oceânicas, entre outras.

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… e apresenta chip que simula coração humano

Um chip de apenas 1 centímetro de comprimento instalado em músculo cardíaco pode acabar com os testes em animais e ainda tornar os testes de medicamentos mais seguros, rápidos e baratos. A tecnologia responde aos medicamentos cardiovasculares da mesma forma que um músculo faria no corpo de um ser humano.

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O professor Kevin Healy, que liderou a equipe de pesquisa afirma que é possível acabar com os testes em animais com esse método. Além das questões éticas, testes de medicamentos cardiovasculares em animais preocupavam os cientistas porque a droga agia de forma diferente nos organismos. O professor Healy ainda informou que essas pesquisas feitas em animais resultavam em resultados ineficientes e caros que não produziam respostas precisas.

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Um pequeno grande bolinho vegano!

O bolo é um alimento que ocupa o lugar central da mesa em aniversários, casamentos e muito usado em lanches e café-da-manhã. Diferente do que as pessoas geralmente imaginam e estão acostumadas a fazer, não é necessário usar leite ou ovos para se fazer um bolo fofinho e saboroso.

O Site Camaleão tem uma série de receitas vegetarianas publicadas que atendem todas as demandas do cotidiano, do café da manhã, almoço, jantar ao veganique de final de semana.

Agora estamos publicando mais uma receita especial que pode muito bem ser usada para agradar as crianças, uma receita de Baby Cake!

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A goiaba é uma excelente fruta em termos de vitamina C, também possui vitamina A, B1, B2 e B6 e é rica em potássio. Além da fruta você pode tornar seu bolinho mais nutritivo adicionando farinhas e outros alimentos integrais e orgânicos, pode deixar o seu bolinho colorido adicionando corantes naturais de fontes vegetais, como beterraba, urucum, clorofila (verde).

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Cowspiracy – o segredo da sustentabilidade

O alarmante, polêmico e bem humorado filme norte-americano “Cowspiracy – o segredo da sustentabilidade”, conta um pouco a trajetória de vida e descoberta do cineasta Kip Andersen sobre o impacto ambiental gerado pela Indústria de produtos de Origem animal e o motivo pelo qual diversas organizações ambientais não tocam no assunto.

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No decorrer das investigações Kip Andersen tenta dialogo com diversas pessoas de organizações ambientalistas e percebe que existe um consenso geral e intencional delas em não tocarem no assunto ao mesmo tempo que recebe alertas de pessoas que denunciam a atividade agropecuária de que ele pode estar correndo risco de vida se continuar.

O documentário é inicialmente de cunho ambiental, mas possui um toque animalista surpresa com o cineasta adotando o Veganismo por motivações éticas.

O Cowspiracy foi lançado no final de 2014 nos Estados Unidos e chega de maneira exclusiva no Brasil através do CINE VEDDAS.

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É correto (ou necessário) consumir ovos? Qual o impacto dessa atitude?

Primeiramente, devemos perguntar o que são galinhas soltas?
Seriam as milhares de galinhas que vivem em galpões fechados dentro de gaiolas com outras irmãs e que são “soltas” quando chegar a hora de terem suas vidas ceifadas?
Seriam as milhares de galinhas que vivem “soltas” aprisionadas em um galpão fechado que as mantém em um ambiente construído engenhosamente para servir de estímulo a produção intensa de ovos? Certamente não.

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Seriam as galinhas que vivem em galpões abertos, sem gaiolas, onde a hierarquia e o convívio entre elas é impossível de existir por viverem milhares em um mesmo ambiente, as famosas Free-Range? Certamente não. Galinhas são seres sociais, estabelecem ‘hierarquias’ entre si e possuem a capacidade de memorizar aproximadamente até 95 indivíduos o que não é possível quando vivem milhares juntas, ocasionando confusão, stress e briga entre elas.

Ok. E quanto ao ovo da galinha “solta” daquele meu tio-avô bonzinho que cria poucas galinhas lá na fazendinha dele?

Essa é uma pergunta muito recorrente e o excesso de “inhos” ou “diminutivos” e outros eufemismos usados na frase já demonstra sua real intenção de cavar uma brecha para continuar consumindo ovos e menosprezar o tratamento utilitarista dado ao animal (“valorizar” o animal segundo sua utilidade criada pelo ser humano).

Sim, as pessoas dizem exatamente dessa maneira: “Ok. Ovos de galinhas criadas industrialmente é cruel, mas e SE… tiver uma galinha lá no quintal…”.

Se você está lendo esse artigo, após ele ter sido publicado em algum debate na rede social ou após ter passado por uma conversa desse tipo recentemente, provavelmente você deve estar “rindo” (ou lamentando), pois é exatamente isso que alguém num bate-papo qualquer deve ter dito.

Como afirmei a pouco, isso é muito comum e só é útil para tentar cavar uma brecha, uma aceitação na esperança de que os veganos digam: “Ahh… OK, pode consumir esse ovo em paz” e com isso a pessoa poder continuar com seu consumo de ovos de galinhas “soltas” sem ter que ficar com a consciência pesada.

Basicamente, as pessoas fazem essa alegação por dois motivos: para tirar suas dúvidas sobre o tema ou para tentarem encontrar uma aprovação, uma brecha (não por maldade, mas sem perceber tentam cavar uma brecha para consumir ovos para que não tenham que mudar os hábitos), sem notar que no fundo estão procurando uma forma de manter o consumo.

Que bom (para os animais) que nem todo vegano deixa essa questão passar e é flexível com o consumo desses ovos, pois eles também implicam em especismo, objetificação e escravidão animal.

Dito isso, podemos analisar outros pontos que mostram o problema ético de consumir ovos até mesmo da fazendinha do tiozinho bonzinho. Um desses pontos é que a “bondade” da maioria dessas pessoas estende-se ao animal apenas enquanto ele é útil (quando ainda bota ovos e proporciona dinheiro ou “alimento”), passado alguns meses quando a produção de ovos cai, aproximadamente com um ano e meio, ou quando a fome bate em um domingo qualquer, esse animal vai para panela, sem nenhum remorso.

Na maior parte dos casos de criação de galinhas em fundo de quintal, os ovos são vendidos e a galinha vira o almoço de domingo. Para quem considera que a criação de galinhas em fundo de quintal não é problemática, assista o Especismo contido no vídeo (clicando aqui no link).

Afinal, existe ou não existe galinha solta?
Sim, claro que existe. Poucas galinhas, mas ainda existe galinhas que são verdadeiramente soltas, vivem em florestas tropicais e subtropicais na Birmânia, Índia e outros. Obviamente, essas não são criadas por seres humanos, por isso, são realmente soltas, não estão em gaiolas, nem em galpões, nem envolvidas em cercados que as limitariam em um terreno e nem estão cercadas por gente babando para pegar seus ovos, são essas as verdadeiras galinhas soltas, que foram, em sua maioria, retiradas da natureza e domesticadas por séculos e sofreram décadas de seleção e modificação genética para que seja possível a existência das “máquinas de botar ovos” de hoje em dia, que se encontram em criações industriais e “familiares” e que são chamadas de “galinhas poedeiras”.

A Galinha Vermelha Selvagem (Gallus Gallus Gallus) é a verdadeira galinha solta, ela vive na natureza e chega a botar até 15 ovos por ano, enquanto suas descendentes domesticadas podem chegar a botar de 250 a 300 ovos por ano (o que não é nem um pouco saudável – para o corpo do animal).

Essa eficiência em quantidade de ovos é lucrativa ao explorador, reduz o preço ao consumidor, mas quem paga o preço real é o animal que passa a ter diversas complicações resultantes desse processo de interferência humana na aceleração da produção interna de ovos como desnutrição, sobrepeso, prolapso uterino, tumores, enfraquecimento ósseo e até mesmo ovo vinculativo (grandes ovos que ficam entalados e são expelidos lenta e dolorosamente), em alguns casos, é necessário cirurgia para a retirada do material que chega a apodrecer dentro da ave e não vamos esquecer que uma criação de milhares de galinhas em galpões fechados ou abertos, não possui um cuidado detalhado com cada galinha e parte das chamadas “perdas naturais” são de galinhas que possivelmente morreram de diversas doenças do ambiente, foram pisoteadas umas pelas outras ou sofreram uma lenta e dolorosa morte com ovos entalados em seus corpos.

Quanto ao aspecto defendido por aqueles que acreditam ser correto consumir ovos de galinhas “soltas” em fazendas ou até mesmo que não concordam com o consumo de ovos, mas possuem dúvidas sobre essa questão, vamos nos atentar a outros pontos cruciais desse impasse, além dos que já foram detalhados até aqui.

É claro, que existe um outro tiozinho de sítio em particular que cria galinhas “soltas” e que não é uma dessas pessoas mencionadas acima, ele é uma exceção a regra, ele é realmente bom para com os animais e deixa¹ as galinhas morrerem de velhice e as pessoas certamente vão se aproveitar dessa “bondade” para justificar o consumo de ovos, não é mesmo?

Qual seria o problema de consumir ovos da fazendinha do tio que não mata a galinha? Existe algum problema ético nisso? E essa galinha pode ser considerada uma galinha “solta”?

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