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Segure o queixo e tente não sentir vontade de comer ao ler!

Inaugurado oficialmente no dia 3 de abril de 2014, o Atma Veg é o primeiro Fast Food 100% Vegano do Brasil.

O estabelecimento possui um completo cardápio vegano de deixar qualquer um boquiaberto! São diversas opções doces e salgadas, um jeito diferente de fazer Fast Food, saudável e vegano, com foco em alimentos naturais, integrais e orgânicos.

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Os burgers de Grão de Bico, Soja, Ervilha e Beterraba, são preparados com temperos especiais, gentileza, dedicação e acompanham patês exclusivos, queijos vegetais, legumes e verduras.

A sequência de montagem do lanche segue um padrão interessante e criativo: pão tradicional ou integral, patê de tofu saborizado nos dois lados do pão de hambúrguer (sim, nos dois lados), na base do pão uma quantidade generosa de legumes é colocada sobre o patê para que fiquem bem juntinhos e não escorreguem facilmente, na parte de cima do pão as folhas são colocadas no patê delicadamente, como se fossem pétalas, do centro para as bordas, criando uma aparência convidativa ao veganburger, permitindo que o lanche fique bem decorado.

Enquanto isso na chapa é a vez do queijo vegetal ser derretido e o burger dourado separadamente, até dar o ponto, quando o queijo é colocado em cima do burger e abafado para que se unam e saborizem um ao outro! Hummm… (água na boca), aí é só montar para servir e devorar! ;)

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Tudo é feito com agilidade no melhor estilo Fast Food, adicionado de muito carinho e o toque especial vegano do Atma Veg, com saúde e essência do sabor!

O Atma Veg está localizado no Parque Doutor Barbosa de Oliveira (em frente à Praça da Rodoviária Velha, na esquina da Avenida 9 de Julho com a Rua Anízio Ortiz Monteiro), nº 353, no Centro de Taubaté (SP); a lanchonete aceita cartão de débito, tem estacionamento conveniado, mesas internas e externas.

Não deixe de conhecer e conferir os diversos lanches do Atma Veg. Faça uma visita e traga seus amigos.

 

Zoológicos são prisões para os animais!

O Catraca Livre, site fundado em 2009, que reúne informações sobre cultura, comunicação, educação, ativismo comunitário, cidadania, empoderamento e faz um jornalismo de serviços acessíveis/gratuitos, publicou ontem na categoria Mundo Animal um texto elencando “10 motivos para não visitar o novo aquário em São Paulo”.

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Segundo a nova abordagem de comunicação do site Catraca, a grande missão deles é comunicar para empoderar. No que tange aos animais, o site tem realmente dado espaço para isso, produzindo cada vez mais conteúdo que dissemina o amor e respeito a todas espécies de animais (sim, todas as espécies, pois conteúdos sobre Vegetarianismo e Veganismo também tem sido publicados pelo Catraca).

Na lista de dez motivos para não visitar aquários e zoológicos, algumas afirmações comuns e outras não tão conhecidas pelo público geral foram divulgadas na matéria e nos chamou atenção, colocamos algumas que consideramos importantes abaixo:

– Zoológico não ajuda a preservar a espécie, pois animais em cativeiro têm muita dificuldade em se reproduzir.

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Nesta era do poder do dinheiro e da publicidade existem várias coisas que parecem ser mas não são!

O monocultivo do eucalipto parece floresta, mas não é!

Uma floresta de verdade é constituída pela biodiversidade e não por um único espécime, como o eucalipto. Por exemplo, na Mata Atlântica, temos mais de trezentas espécies vegetais por hectare, sem contar com a fauna imensurável.
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Em meio aos estéreis eucaliptais, cultivados por grandes papeleiras para produção de celulose, a maior parte delas exportada para os EUA, Europa e China, inexiste ciclo de vida, pois animal algum conseguiria estabelecer habitat no seio de uma plantação de árvores clonadas que não geram alimento e que são cortadas de cinco em cinco anos.

Nos vastos monocultivos industriais que hoje dominam a paisagem do Estado, insetos e animais como borboletas, besouros, joaninhas, abelhas, anfíbios, tatus, etc., estão praticamente EXTINTOS pelo uso intensivo de agrotóxicos, como herbicidas à base de glifosato e formicidas de sulfluramida, que sustentam a expansão em escala oceânica dessa fronteira do agronegócio.

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O que é o Vegetarianismo e o Veganismo?

Há quem reaja contra a avalanche de “vegetarianos” ou de “veganos” que confundem as pessoas por aplicarem a si mesmos conceitos que suas práticas diárias contradizem.

Entendo a reação de quem fica confusa com tanta gente se dizendo vegetariana e devorando tudo que é oferecido, mesmo que na receita artesanal ou industrial o ‘alimento’ ou a junk food esteja carregada de derivados animais.

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Então, para clarear, vamos lá: comer vegetais, ainda que sejam muitos, não transforma uma pessoa em “vegetariana”. Se assim fosse, boa parte das brasileiras e dos brasileiros poderia denominar-se vegetariana, porque botam bastante comida vegetal em seus pratos: arroz, feijão, batatas, cenoura, beterraba, grão-de-bico, lentilha, vagem, tomate, cebola, alho, chuchu, abóbora e tantos outros alimentos.

Entretanto, se no prato a gente leva qualquer produto feito à base de carnes, ovos, leite ou mel, mesmo que esses produtos estejam tão disfarçados que a gente não veja nenhum pedaço do animal ali, a gente não segue uma dieta vegetariana, ainda que vegetais rodeiem no prato as carnes, peixes e queijos.

Mas há derivados animalizados menos visíveis. Exemplo: corante carmim, ou, corante cochonilha que é o mesmo. Não se vê nada dos 150 mil insetos usados para se produzir 1 kg daquele pó vermelho usado em tudo que é hidratante, bala de goma etc. Outro exemplo: gelatina. Você não tem a menor ideia (você é força de expressão) de que a gelatina é feita do boi ou de uma misturada que pode até conter ossos e sabe-se-lá-mais-o-que, feito somente com a morte de algum ou de muitos animais.

Se a pessoa come sorvete feito com leite da vaca, ela não vê o leite, ali, só sente o sabor delicioso (composto com sabores e fixadores de sabores artificiais) que escolheu. Essa pessoa não é vegetariana, muito menos vegana.

Não se é vegano, se houver consumo de produtos feitos à base dos corpos dos animais, vivos ou mortos, não importa.

E, para se dizer vegetariano, não basta tirar as carnes do prato, mas deixar peixes, ovos, queijos, manteiga, iogurte, frozen, tortas, biscoitos e sabe-se-lá-mais-o-que produzido com o leite.

A confusão é porque muita gente que só para de comer as ditas “carnes vermelhas” (na verdade, originalmente, todas as carnes são vermelhas, o que acontece é que de muitos animais o sangue é escoado do corpo e das carnes no matadouro, por isso a carne vendida parece sem sangue. Havia sangue ali, sim.) e outras tantas pessoas que só não as comem um dia da semana já saem por aí dizendo que são vegetarianas.

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Registre provas dos maus-tratos, consulte e resgate preferencialmente com um advogado presente

É muito comum nas nossas cidades nos depararmos com aquela cena do vizinho que se muda ou se ausenta por longo período e deixa “seu” pobre e indefeso cão condenado à própria sorte, sob o frio e chuva, sem água e nem comida. Comovidos com a dor e sofrimento diário do bichinho, a vizinhança e transeuntes tentam alimentá-lo, já outros denunciam o abandono à polícia ou desabafam nas redes sociais.

Temendo a questão legal da inviolabilidade do domicílio alheio, a maioria das pessoas refutam a ideia de promover o pronto e imediato resgate do animal. Esperam por uma providência do Poder Público, tentam contactar o dono do imóvel ou algum parente conhecido que tenha autorização de lá ingressar sem problemas. Enquanto isso, os maus-tratos vão devorando a saúde do cão que, debilitado, parece sucumbir à negligência de seu tutor.

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Acontece que a regra da inviolabilidade do domicílio, assim como qualquer outra disposta nas nossas leis vigentes, não é absoluta. A própria Constituição Federal é clara ao proclamar que a casa é asilo inviolável do indivíduo, ninguém nela podendo penetrar sem consentimento do morador, salvo em caso de flagrante delito. Igualmente, o Código Penal, após tipificar o delito de violação de domicílio, faz a ressalva de que não constitui crime a entrada ou permanência em casa alheia ou em suas dependências a qualquer hora do dia ou da noite, quando algum crime está sendo ali praticado ou na iminência de o ser.
Acertadamente, nossa legislação não elegeu quais infrações penais seriam autorizativas da invasão do domicílio alheio, foi genérica e abrangente. Aí, naturalmente, incluindo os delitos derivados de condutas e atividades lesivas ao meio ambiente, fauna e flora, como, p. Ex., o crime da prática de ato de abuso, maus-tratos, ferimento ou mutilação de animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos – Art. 32, da Lei 9.605/98.

Para quem não é acostumado ao juridiquês, bom ressaltar que o crime do Art. 32 da Lei de Crimes Ambientais possui elementar que pode perfeitamente classificá-lo como crime omissivo permanente, qual seja, “maus-tratos”. O Dicionário Priberam Eletrônico assim define maus-tratos: “conjunto de ações ou comportamentos infligidos a outrem e que colocam em perigo a sua saúde ou integridade física e que constitui delito (pode incluir trabalho impróprio ou excessivo, castigos físicos ou outras punições, alimentação insuficiente, negligência nos cuidados de saúde etc)”. Assim, em síntese, enquanto não cessada a omissão e negligência do ‘tutor’ do animal em situação de grave e periclitante abandono, o crime se protrai no tempo, podendo o sujeito ativo do delito receber voz de prisão em flagrante a qualquer momento, cessando a consumação do crime.

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Incentivo à leitura e educação vegana abolicionista

O Fast Food Vegano, Atma Veg, está fazendo um sorteio especial para comemorar seu primeiro aniversário e a consagração do seu pioneirismo em Fast Food 100% Vegano no Brasil.

Será sorteado no dia 03/04, às 15 horas, dois livros sobre Direitos Animais e Veganismo. O livro “Introdução aos Direitos Animais” do advogado e filósofo Gary Francione e o livro “O Espelho Partido” lançado recentemente pelo historiador Bruno Müller.

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O interessante dessa promoção é que não são somente os clientes do estabelecimento que podem participar, mas qualquer pessoa em qualquer lugar do país pode ser prestigiada com um desses dois livros, pois os requisitos para participar podem ser feitos online e o ganhador ou ganhadora vai receber o livro em casa, independente, de onde estiverem localizados no Brasil.

Perguntamos a Mickële, proprietária do Atma Veg, qual o motivo para a realização de um sorteio e com livros?

O Atma tem como objetivo disseminar o conhecimento do Veganismo, por isso nada melhor do que incentivar a leitura e oferecer o acesso à conteúdos importantes gratuitamente para as pessoas conhecerem ou saberem mais sobre Direitos Animais.

- Conheça um pouco mais sobre cada um desses livros e participe do sorteio online:

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A vaca de fato agora sente muitas dores porque foi tão manejada que querem tirar de seu úbere até 60 litros de leite por dia. Então, depois de entupir a vaca com grãos e cereais (altas doses de calorias), hormônios e tudo o mais para que possam extrair todo esse leite, é óbvio que se não tirarem esse leite todo dali vai empedrar. É verdade!

Mas o que propomos é que parem de fertilizar essas vacas. Parem de dar essa comidarada toda para ela. Deixem-na em paz. Daí se ela tiver um bezerro, não produzirá leite nessa imensa quantidade.

O fato é que essas vacas que aí estão já estão condenadas à morte em dois ou quatro anos. Nenhum metabolismo resiste a tanta violência.

É isso que precisa ser dito (…), fora o resto que está no livro.

Fonte: Galactolatria

Mais uma cidade mexicana proibiu o uso de animais em circos

Dessa vez, a cidade de Enseada, no estado da Baixa Califórnia, aboliu o uso de animais em espetáculos circenses. A Câmara Municipal de Enseada aprovou por unanimidade a proibição dos circos,
adequando a lei municipal com as orientações federais e estaduais de proteção dos animais.

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A lei foi aprovada no começo de março e quem descumpri-la pode receber multas de 300 salários mínimos. A partir dessa lei, a cidade de Enseada tornou-se o primeiro município de Baixa Califórnia a proibir circos com animais.

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O famoso site Charges.com.br publica um conteúdo que provoca reflexão sobre a falácia do abate “ético”

O site UOL publicou ontem no Facebook a charge “Gangue da Vaca” feita por Maurício Ricardo, cartunista e detentor do site “Charges.com.br”.

No vídeo um ladrão conversa com uma vaca dizendo que irá matá-la para vender sua carne no mercado ilegal até que aparece um boi para salva-la e aí o desfecho se desenrola…

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Pelo fim da distorção dos termos e do Flexitarianismo para o bem dos Direitos Animais!

Em meio a uma situação econômica tida por muitos como instável, alguns empresários têm arriscado de tudo até mesmo dizer que seus empreendimentos “são o que eles não são” (“Greenwashing”), inclusive, tem estabelecimento que tem colocado produtos lácteos e dizendo que o produto é “lacto-vegan” (houve um outro caso sobre isso nesta semana) e outros que tem se declarado como “veganos” pela sensação de bem-estar que isso possa gerar por proclamar que “está fazendo sua parte pelos animais”, ou pelo benefício que isso gera de mídia e “case alternativo de sucesso” ou qualquer outra explicação que podemos deduzir a cerca dessas confusões de terminologias e as motivações para dizer que é Vegan Food, mesmo quando, o estabelecimento é lacto-vegetariano!

O que é, obviamente, um absurdo e atrapalha ainda mais a divulgação séria e responsável do Veganismo.

Recentemente, o empresário Guilherme Carvalho (Secretário Executivo da Sociedade Vegetariana Brasileira), a sócia Monica Buava (Coordenadora Responsável pela Segunda Sem Carne) e Carol Caliman investiram no lacto-“vegetariano” Barão Natural.

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Em entrevista intitulada “Em um ano, jovens empresários abrem quatro restaurantes veganos com preço baixo” fornecida ao portal Vista-se, Monica comentou: “Criamos a marca Barão Natural e abraçamos a missão de levar alimentação vegana para o  maior número possível de pessoas, com muito sabor e a um preço verdadeiramente acessível”.

Em outro trecho da mesma entrevista, a sócia Monica Buava, afirma que “o que importa para os animais é que os sócios do Barão estão focados em promover uma alimentação vegetariana estrita“. Nada poderia estar mais distante da verdade dos fatos.

Ora o que podemos compreender minimamente a cerca disso (e o que os leigos vão fazer) é que o Barão Natural serve alimentação vegana e que isso significa o mesmo que alimentação vegetariana estrita. Não somos nós que estamos dizendo e sim o conteúdo comentado por eles. Nossa intenção é exemplificar o quanto essa confusão de termos pode gerar prejuízos ao Veganismo e consequentemente aos animais.

Conforme consta no Facebook oficial da empresa, o cardápio da pizzaria Barão Natural conta com mais de dez pizzas não-veganas (com queijo de vaca/bezerro).

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