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Crueldade e Rodeios: novo registro e mais provas de abuso contra os animais

Em setembro, o CAMALEÃO, com apoio jurídico da AMAIS, realizou uma ação do registro de uso e abuso dos animais em um rodeio oficial (legalizado) da região do Vale do Paraíba (Interior de São Paulo).

Em meio à ofensas e desprezo dos peões (como era de se esperar) realizamos nosso trabalho fotografando e filmando todo a prática visível do rodeio, do brete a arena das montarias, para coletar o máximo possível de provas de stress, incômodo, machucados e expressões de dor dos animais usados nos rodeios.

rodeio-maus-tratos-animais-bem-estar-selo-rodeio-legal-crueldade-montaria-peão-vale-do-paraíba-camaleãoÉ sabido que não existe rodeio sem maus-tratos aos animais, uma vez que esses animais estão em ambientes noturnos, expostos a todo tipo de iluminação e barulho intensos, agitação dos peões e da plateia, sem contar o uso das ferramentas no corpo do animal para que ele se irrite e salte para expelir o incômodo (peão e seus apetrechos).

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Outdoor pretende cutucar o Especismo e promover o Veganismo

O Camaleão é um projeto que trata diariamente sobre diversos assuntos relacionados e interligados aos direitos animais — humanos e ambientais — visando uma mudança de pensamento e atitude da sociedade em relação à forma que nos relacionamos com os animais-humanos, os animais de outra espécie e o meio ambiente.

Acreditamos que o caminho para a mudança (respeito aos animais) está na educação, o acesso a informação possibilita a reflexão e o aprendizado, nesse sentido, buscamos uma mensagem animalista eficiente e um veículo de comunicação de grande impacto que despertasse um alto número de pessoas para os Direitos Animais, o Outdoor.

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A mensagem
Pensando em um formato de comunicação acessível, de fácil entendimento e compreensão sobre Direitos Animais, decidimos optar pelo mote “Todo animal deve ser respeitado” buscando reforçar nas pessoas o ‘sentimento’ de que todos os animais devem ser levados em consideração, ter seus direitos a vida, a liberdade, a integridade física e psicológica, respeitados e uma vez que compreendemos esse fato, não há outro caminho a não ser tornar-se Vegan!

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O que é?
O mel é uma substância adocicada e viscosa produzida pelas abelhas a partir do néctar de flores ou soluções açucaradas, recolhidos pelas abelhas com a glossa (língua), armazenado na vesícula melífera (papo), digerido pelas enzimas da saliva (invertase, diastase, catalase, alfa-glicosidase, glicose-oxidase, peroxidase, lipase, amilase, fosfatase ácida e inulase), que principalmente transformam a sacarose em monossacarídeos (glicose e frutose) e o amido em maltose.

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Depois que as abelhas recolhem o néctar e retornam à colmeia elas o transferem para o papo de outra abelha, que transfere para outra, que transfere para outra . . . A cada passagem o néctar vai sofrendo mais ações enzimáticas e vai perdendo maior quantidade de água. O néctar então se torna mel, que é depositado em células de cera (alvéolos) no interior da colméia.

Apesar da grande consideração que recebe, o mel é composto 80% de açúcares (31% glicose, 38% frutose, 1 % sacarose e 7 % maltose, 3 % outros açúcares), 17% água e apenas 3% são outros componentes (concentrações ínfimas ou traços de proteínas, vitaminas, minerais, ácidos orgânicos e antioxidantes de origem vegetal), muitos deles removidos do mel com a filtração (o melado de cana e os açúcares mascavo e demerara são mais ricos que o mel em proteínas, potássio, cálcio, magnésio, fósforo, cobre, ferro, cloro e vitaminas do complexo B e não recebem tamanha consideração).

Sua grande concentração de açúcares o torna 2,5 vezes mais calórico do que os ovos, quase 4 vezes mais calórico do que a carne de frango, e 5,6 vezes mais calórico do que o leite.

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Demanda de produtos e serviços veganos é cada vez maior em Taubaté

Taubaté é um município da região do Vale do Paraíba, interior do Estado de São Paulo, localizado a 130 km da capital paulista e 280 km da capital carioca. É uma cidade, como muitas outras, erguida por bandeirantes e pecuaristas que atravessaram as matas na corrida pelo ouro, suas ruas principais foram construídas pensando na largura das carroças e a indústria leiteira é forte em toda região por intermédio das cooperativas.

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Todo avanço rumo a difusão e a acessibilidade do veganismo é uma grande conquista ao movimento animalista, principalmente quando acontece em cidades menores ou no interior dos estados, como no caso de Taubaté (SP), que vem tendo um aumento significativo na variedade de produtos e eventos veganos.

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Três casos de repressão ao movimento pelos Direitos Animais

Com o objetivo de mostrar aos leitores um pouco da realidade e da repressão sofrida por ativistas de direitos animais em outros países, decidimos criar um conteúdo compilado sobre alguns casos recentes e absurdos de repressão ao movimento animalista.

É importante ressaltar que todas as formas de atuação dos ativistas abaixo e as formas de repressão por parte do governo e das empresas, não necessariamente devem ser encaradas como transportáveis para o movimento animalista brasileiro que tem suas particularidades, portanto, deve existir cautela dos leitores (e ativistas) em relação a ação, reação e demais implicações do ativismo exemplificado no conteúdo publicado.

 

1) LEIS DE MORDAÇA (as famosas “Ag-Gag”)

As leis de Mordaça, são projetos de lei que tem sido enviados ao governo norte-americano pela indústria pecuarista que busca censurar a imprensa e os ativistas de direitos animais que são impedidos de atuar no flagrante de uso e crueldade de animais.

A proposta é criminalizar ativistas que façam a captação de imagens que comprovem através de fotos e vídeos a situação de exploração dos animais em fazendas industriais nos Estados Unidos.

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A medida vem como uma forma de censurar informações para que o consumidor não possa ser conscientizado, censurar a liberdade de imprensa, esconder os casos de crueldade intrínsecos a atividade exploratória de criar animais para consumo humano e consequentemente impedir o avanço do movimento animalista norte-americano, tornando ilegal esses registros de protesto, classificando em alguns casos a atitude de denunciar a exploração animal de “terrorismo”.

O projeto de lei Ag-Gag quer proibir que pessoas divulguem fotos e vídeos que denunciem a crueldade praticada pelas fazendas e classificar essas pessoas como “eco-terroristas” por defenderem os direitos animais e por levarem a verdade à sociedade. Jornalistas seriam censurados de realizar a publicação desses conteúdos na imprensa com a aprovação em massa do projeto Ag-Gag.

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Desafio do balde de gelo e as pesquisas com animais

Confesso que não sei o que “beijinho no ombro” significa. Sou alheio aos bordões de novela que vejo as pessoas repetirem, tampouco conheço os bordões do Zorra Total, do CQC, do Pânico ou de qualquer programa popular de TV que seja.

Desconheço os memes que circulam na internet, eles para mim não fazem sentido, não sei como essas coisas pegam.
Escrevo isso porque não entendi quando um amigo me falou do tal do Desafio do Balde de Gelo, que foi o vídeo mais acessado na história do Youtube até hoje. Achei em princípio que se tratasse de uma competição auto-destrutiva, onde ganhava quem tirasse por último a mão de um balde cheio de gelo. Mas ele me disse que havia uma relação com a Esclerose Lateral Amiotrófica – ELA (ALS, em inglês), que eu já sabia ser a doença de que sofre Stephen Hawkings. Me interessei e resolvi pesquisar.

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O desafio em si é desinteressante como todo meme ou bordão, coisa da moda que vem e vai. Se a gente tiver de explicar perde toda a graça, que já não é nenhuma. Mas nesse caso a proposta tem uma suposta razão humanitária, pois pelo menos no início da brincadeira, desafiador e desafiado realizavam doações para a pesquisa da doença.

Uma provável origem para a brincadeira pode ter sido o “Cold Water Challenge”, onde ou o desafiado doava US$ 100 para a pesquisa do câncer ou pulava em uma piscina de água fria. Daí para o “Ice Bucket Challenge”, e sua vinculação à Esclerose Lateral Amiotrófica, foi um passo.

O movimento tornou-se viral nas redes sociais após o ex-capitão de beisebol norte-americano Pete Frates, portador da doença, postar na rede um vídeo na qual desafiava algumas pessoas a contribuir com a ALS Association.

Logo os famosos dos EUA (entre eles o ator Robert Downey Jr, a apresentadora Oprah Winfrey, o co-fundador da Microsoft Bill Gates, o executivo-chefe de Facebook, Mark Zuckerberg, o ex-presidente americano George W. Bush entre muitos outros) aderiram à campanha e publicaram no Youtube seus próprios vídeos entornando baldes de água gelada na cabeça.

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Sorvete vegano super fácil de fazer!

Morango e amora são uma das “berries” (frutas vermelhas) mais conhecidas e consumidas. Açaí, ameixa, o “blue berry” (mirtilo), cereja, framboesa, jabuticaba, romã, uva escura são exemplos de frutas vermelhas e fortes em seu combate aos radicais livres (responsáveis pelo envelhecimento da pele e pelo enfraquecimento do sistema imunológico), são também excelentes fontes de vitaminas, minerais e fibras.

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Morango é uma fruta com pouca caloria, ajuda reduzir o colesterol, elimina toxinas do organismo, melhora funções intestinais, estimula o cérebro e a boa memória.

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Zoológicos: a história e a realidade dos animais enjaulados

Animais em zoológicos, escrevi este texto quando me dirigia à Limeira (SP) para ministrar palestra sobre o assunto. Trata-se de um tema sobre o qual sempre nos cabe refletir, ainda mais quando são tantas denuncias e tantos incidentes envolvendo esses empreendimentos que nos chegam a cada dia. A noção romântica que muitas pessoas possam ter destes parques está longe da realidade. Estes não são locais de lazer, educação ambiental ou pesquisa, mas de sofrimento interminável para os animais.

Foto: Gaston Lacombe

Foto: Gaston Lacombe

Um pouco de história
A visão de animais como “coisas” ou “objetos” a serem utilizados para nossos propósitos não é recente na história humana, e como todas as demais “coisas”, animais parecem ter sido sempre colecionados por seres humanos, mesmo no período pré-histórico.

Há sítios arqueológicos pertencentes aos mais variados grupamentos humanos que demonstram a presença de ossadas de animais juntamente a restos humanos, isso mesmo nos casos de grupos que ainda não haviam desenvolvido a agricultura ou pecuária. Os arqueólogos creem que estes animais não eram mantidos por razões econômicas, nem tampouco parecem ter sido aproveitados em alguma refeição. Possivelmente muitos desses animais eram crias de animais abatidos em caçadas ou pertenciam a espécies que sequer eram caçadas. Eram aparentemente mantidos pelo prazer de mantê-los.

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A entrevista foi realizada na lanchonete Atma Veg

O Portal de notícias, Guia Taubaté, divulgou em seu site uma entrevista sobre Veganismo realizada com a proprietária do Atma Veg, Michelle Peçanha e o ativista do Camaleão, Douglas Geovanini.

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Michelle foi questionada sobre a chegada da lanchonete na cidade e a aceitação do público, enquanto Douglas respondeu sobre as definições de Vegetarianismo e Veganismo e como fazer uma boa transição social/nutricional para o Veganismo.

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Produtos ecológicos, de origem 100% vegetal e com preços justos

O Bazar Vegano acontecerá no Espaço Casa do Povo, Rua Três Rios, 252 em São Paulo, no dia 14 de setembro de 2014, das 10 às 19 horas. Nos estandes, público encontrará alimentos, roupas e acessórios, itens para o lar, cosméticos e outras novidades.

Um modo de viver, baseado na ética pelos direitos animais, no respeito ao meio ambiente e sociedade, na utilização de produtos livres de ingredientes de origem animal – além de não testados em animais: assim pode ser descrito o veganismo, atitude que pauta a organização e realização do evento iniciado há oito anos em São Paulo.

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Em sua próxima edição, que será realizada no dia 14 de setembro (domingo), o Bazar Vegano trará novidades em vestuário (com roupas e acessórios), itens para a casa, cosméticos, alimentação e muito mais. A ideia é disponibilizar opções variadas e de boa qualidade de uma ampla gama de produtos, mostrando, na prática, que explorar animais é nocivo e totalmente desnecessário.

Neste ano, pela segunda vez o Camaleão estará presente como expositor, levando informação, camisetas temáticas, livros, vitaminas, mandiokejo, produtos veganos de higiene bucal, adesivos, acessórios e até mesmo sabonetes veganos elaborados por uma comunidade ecológica do Interior de São Paulo.

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