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Para quem ainda pede pela votação do PL 6602/13 conforme encaminhado ao Senado

Passei o fim de semana lendo no Facebook os argumentos daqueles que defendem o PL 6602/13 tal como encaminhado ao Senado. Percebi que ainda se insiste na defesa de pontos que já foram devidamente desconstruídos por diferentes pessoas em várias partes desse processo.

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Mas entendo que muitos dos que insistem na defesa do PL não tiveram a paciência de ler os argumentos contrários, assim os coloco pontualmente e em poucas palavras. Creio que o assunto esteja já esgotado, mas vale uma recapitulação:

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Merenda Vegana (sem testes e sem ingredientes de origem animal)

Pela primeira vez em nosso país será realizado uma audiência pública sobre um Projeto de Lei que institui a oferta de merenda livre de derivados animais para as crianças nas escolas municipais. A audiência será realizada em Florianópolis, por se tratar de um Projeto de Lei de caráter municipal, uma iniciativa da filósofa vegana Sônia T. Felipe e do ativista Maurício Varallo, ambos membros fundadores da Sociedade Vegana.

A audiência para debate sobre o tema acontecerá no Plenário da Câmara de Vereadores de Florianópolis, no dia 6 de agosto, às 13h45.

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O texto do PLC 6602/13 apresentado inicialmente era abolicionista. O substitutivo foi reducionista.

Mas não houve aviso algum de que havia uma profunda diferença entre o primeiro texto e o texto final.

Então, se é para ir para Brasília fazer leis dessas, que, aliás, nada mudarão, pois leis proibindo tais práticas já existiam, então, melhor mesmo é não fazer novas leis e tratar de aplicar corretamente as que já existem, até que uma nova consciência e novos parlamentares sejam conduzidos ao Planalto.

As mesmas entidades governamentais que estavam lá e decidiram pelo texto que o proponente concordou em deixar ser votado, são as que nada fazem para proteger os animais da prática vivissectora, pois estão diretamente ligadas à vivissecção.

As leis em vigor, como a Lei de Crimes Ambientais, aí estão desde 2008. Nenhum canil com fachada de laboratório que pesquisa a “cura do câncer” foi fechado nesse país, mesmo depois que a Lei Arouca deu a responsabilidade de conceder e de tirar as licenças de funcionamento de laboratórios vivisseccionistas a um conselho nacional.

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Nada se faz, quando as leis são propostas reducionistas. A quem acham que uma lei reducionista “para inglês ver”, como essa, consegue enganar? Aos animais? E quem diz que “ama os animais” ainda precisará entender que bem-estarismo e reducionismo não são passos graduais para o abolicionismo, são passos lerdos, para atrasar a abolição, porque o que as pessoas pensam é que já existem leis que defendem o direito à vida dos animais, e então acham que não precisam fazer mais nada.

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Maionese de lentilha rosa: deliciosa e rápida de cozinhar

A lentilha é uma leguminosa com baixa caloria, rica em fibras e proteínas, carregadas de ferro, cálcio e vitaminas do Complexo B. Essas pequenas leguminosas são extremamente poderosas, ajudam a reduzir o colesterol ruim devido as fibras, é uma fonte saudável de ferro e proteína vegetal para desportistas que precisam aumentar a ingestão desses nutrientes e ótimas para a saúde do coração.

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Para o fornecimento de energia ao corpo, a lentilha é uma boa escolha, cada vez mais recomendada e adotada, especialmente porque, ao contrário de certos produtos de origem animal (como a carne), as lentilhas são uma fonte confiável de ferro e não são ricas em gorduras e calorias.

Existem tipos diferentes de lentilha, a lentilha continental é a mais comum, de cor verde ou marrom; a lentilha puÿ é cinza-esverdeada, é a com melhor sabor; a lentilha amarela é também conhecida como dhal amarela, geralmente servida em pratos indianos e por fim a lentilha rosa que é rápida de cozimento e muito usada para engrossar molhos e sopas.

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…e seus ingredientes em animais, bem como sua comercialização

A legislação europeia referente a proibição dos testes de cosméticos em animais é rebuscada e confusa e tem gerado controvérsia com relação ao seu entendimento. Esboço o presente artigo com vistas a um melhor entendimento sobre a matéria.
A legislação europeia referente ao uso de animais em testes cosméticos pode ser entendida como uma queda de braço entre o Parlamento Europeu (que expressa os anseios da sociedade europeia) e a Comissão das Comunidades Europeias (fortemente influenciada pelas indústrias de cosméticos), sendo o Conselho Europeu seu balizador.

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A Diretiva Cosméticos
A Diretiva Europeia 76/768/CEE de 1976 (“Diretiva Cosméticos”) estabeleceu os principais aspectos pertinentes à indústria de cosméticos no âmbito da UE, com relação às embalagens, à rotulagem, às substâncias que podem ou não entrar em sua composição, aos limites aceitáveis de presença de determinados produtos, aos produtos que entraram ou não em contato com mucosas, etc. A referida Diretiva trazia em seu texto que os produtos cosméticos colocados no mercado europeu não deviam ser susceptíveis de prejudicar a saúde humana quando aplicados em condições normais de aplicação (Artigo 2º), no entanto, não estipulava a necessidade de testes da segurança dos cosméticos em animais, voluntários humanos ou métodos substitutivos.

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GEDA sobre uma nova visão para nortear o pensamento humano

O Grupo de Estudos de Direitos Animais (GEDA) é um projeto com fins educativos, que proporciona aos participantes a exposição de um tema específico e a discussão do assunto abordado, visando auxiliar na conscientização e educação abolicionista dos direitos animais.

Já o GEDA VALE, organizado pelo Camaleão, tem como proposta adicional levar o tema direitos animais para o Interior de São Paulo, e dessa vez, o tema a ser estudado no sétimo GEDA VALE é a definição de Biocentrismo e suas implicações na sociedade, para a realização do debate será utilizado textos da filósofa Sônia T. Felipe e do filósofo Luciano Carlos Cunha.

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O objetivo da realização do GEDA com o tema Biocentrismo é aprofundar a visão e discussão sobre nossa existência e a nossa relação com nós mesmos, os animais e a natureza. Estudando os argumentos que fundamentam o Biocentrismo, apontado seu alcance e limites no que se refere a atender aos interesses de animais (humanos e de outras espécies) e também da natureza.

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Uma questão que intriga muitas pessoas, ao pensarem em adotar uma perspectiva ética para direcionar o curso de sua existência e orientar as decisões que acabam tornando-se ações, que, por sua vez, acabam por interferir nos propósitos de outros seres vivos, é: “Cada pessoa tem sua ética. Como vou saber qual delas está mais perto do que devemos pensar?”. Já escrevi, em uma das primeiras colunas, sobre a diferença entre “cada pessoa tem sua ética” e “cada pessoa tem sua perspectiva moral”.

Nem todos os filósofos reconhecem que há uma diferença entre “moral” e “ética” (Peter Singer, por exemplo). Ethos se refere, em uma das variações gregas, àquilo que já temos ao nascer, estruturando nossos gostos, preferências ou inclinações, enquanto em outra variação do termo grego significa aquilo que forjamos em nossa natureza como caráter, pela prática repetida. Moral, por seu turno, vem do latim e significa costume.

Voltando, então, ao que escrevia acima, podemos dizer que cada pessoa tem uma perspectiva moral própria, pois está acostumada, ao modo do que aprendeu na família, na escola e na vida social com suas regras, a fazer as coisas de certo modo, julgando que este é o único modo certo de se fazer essas coisas. Mas, para dizermos que um determinado costume é ético, ou não, não basta recorrermos à natureza dessas práticas, nem à tradição que as disseminou.

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Em cima: Obra “A Criação de Adão” de Michelangelo, mensagem artística clara sobre a centralização e afirmação da ligação direta suprema entre Deus e o Homem, como diz o Gênesis 1:27, “Deus criou o homem à sua imagem e semelhança”. Representando o papel do homem como figura central da análise da vida (antropocentrismo).

Precisamos examinar com mais cuidado o princípio universal que o sustenta. Esse princípio precisa ser reconhecido como válido para qualquer agente moral, que, ao segui-lo, não pode violentar sua natureza racional. Quer dizer, é preciso que seja reconhecido como bom por qualquer pessoa capaz de ser razoável na elaboração de um juízo moral. Precisa ainda ser um princípio geral, quer dizer, que sirva para iluminar nossos juízos nos casos mais diversos. Precisa também ser imparcial, para evitar que um juízo moral seja contaminado por interesses pessoais ou subjetivos. E precisa ser apto a promover o bem daqueles que forem afetados pela decisão moral. Na ética prática contemporânea temos quatro tendências bem definidas, cada uma delas elaborada a partir de um núcleo, um âmbito de interesse julgado digno de consideração e respeito moral.

As perspectivas antropocêntricas estabelecem os deveres morais positivos e negativos tendo em vista o bem dos seres humanos, colocado no centro e acima do bem de qualquer outro ser vivo. Por isso a designação “ética antropocêntrica”. Essa ética, ao engrandecer a natureza humana, afirmando que os interesses e propósitos humanos estão acima de quaisquer interesses ou fins de quaisquer indivíduos de outras espécies nesse planeta, coloca em segundo plano, para não dizer, em último lugar, os interesses de todas as demais espécies de vida. Estamos vivendo nesse momento a ameaça de destruição da vida, que tal ética ensejou.

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Sopa vegetariana com nachos para aquecer desse frio!

O inverno definitivamente chegou e eu fico muito feliz! Afinal agora tenho mil motivos para tomar sopa sempre! Sopa para mim é algo sério, precisa ser bem elaborada e bem temperada.

A sopinha para hoje é uma sopa de milho cremosa com nachos.
Sim, nachos (doritos dippas vegano). Ao invés de usar pão para acompanhar, usaremos os snakcs de milho mais gostosos do mundo. Fica uma ótima combinação do creme suave e levemente doce do milho e dos nachos crocantes e salgadinhos.

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Vou indicar, que vocês usem milho natural ou no mínimo o milho congelado. A sua sopa vai ficar muito mais gostosa.

Para deixar a sopa bem cremosa, o inhame será usado. Ele praticamente não tem sabor, só será o responsável por encorpar a sopa e deixá-la mais nutritiva.

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Em novembro de 2009, foi instituído pela Assembleia Geral da ONU (Organização das Nações Unidas), a ser comemorado o Dia Internacional de Nelson Mandela – Pela liberdade, justiça e democracia todo o ano no dia 18 de julho, data de nascimento de Nelson Mandela, líder sul-africano que lutou contra a segregação racial do regime Apartheid na África do Sul.

Para homenagear Nelson Mandela, o Google colocou sua equipe criativa em meses de trabalho para a criação de um Doodle para essa importante data.

No site do Google é possível conferir uma breve entrevista com a criadora do Doodle¹ Mandela, nós traduzimos e deixamos um trecho desse bate papo aqui:

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Direitos Animais são representados de forma criativa em página no facebook

“Despertar uma reflexão sobre o veganismo nas pessoas através de imagens e textos.” Foi a partir dessa vontade que o vegano Nielisson Mendonça, de 26 anos, criou há quase 2 meses a página “Desenhos Veganos”, onde divulga sua arte em prol dos animais. Apesar da estreia recente, a página já ganhou mais de 340 curtidas e arquiva uma dezena de imagens. Para criá-las, ele usa o programa Photoshop, e um tablet de desenhar.

Selecionamos cinco desenhos para compartilhar com vocês aqui no Camaleão.
Na legenda de cada um deles você confere comentários do próprio autor. Natural de Natal (RN), vegano há cinco anos, Nielisson estudou “Novas Mídias Tecnológicas” e acredita que viver e ser livre deveriam ser direitos básicos de qualquer ser senciente/consciente.

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“Gosto desse desenho por causa da simplicidade. O texto também é bem simples e direto. Quando alguém descobre que sou vegano, é comum que diga que nunca poderia parar de comer carne. Respondo que muita gente pensa assim, mas quando você tem um motivo maior que o seu paladar, as coisas mudam! Nesse desenho tentei criar um ambiente bonito com uma vaca triste nele, para dar um contraste e chamar a atenção das pessoas sobre o porquê dessa vaca triste em um lugar tão belo. Tento divulgar o site www.sejavegan.com.br do Camaleão juntamente com os desenhos que faço, pois acredito que o site é bem eficaz!”.

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