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Um homem de 65 anos foi acidentalmente morto

Uma elefanta chamada de Baby fugiu de um circo na Alemanha no sábado (13) na cidade de Buchen, sudoeste da Alemanha.

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Um homem de 65 anos que estava fazendo seu passeio matinal para recolher garrafas e latas foi acidentalmente morto pelo animal que já havia fugido outras vezes.

De acordo com a agência de notícias DPA, ainda não foi esclarecido como o animal escapou de seu confinamento, no Circo Luna.

A única coisa que se sabe é que não era para esse animal estar confinado em um zoológico, preso para servir aos interesses humanos (econômicos e de “lazer” familiar) e provavelmente a trágica morte desse senhor não teria acontecido.

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Cartilha ajudará população a combater diversos crimes contra os animais

O Ministério Público de São Paulo lançou esse mês a “Cartilha de Defesa Animal”, disponível para download gratuito. A publicação reúne em 24 páginas informações sobre como agir em casos de maus-tratos aos animais. A cartilha serve como guia para que o cidadão saiba o que fazer, trazendo inclusive modelos de comunicados que podem ser enviados aos órgãos públicos.

Ilustração: Reprodução/MPSP

Ilustração: Reprodução/MPSP

O crime de maus-tratos é definido pelo artigo 32 da lei 9605/98, que determina detenção de 3 meses a 1 ano e multa para quem comete ato de crueldade contra os animais. A pena é aumentada de um sexto a um terço se ocorre morte do animal.

Causar qualquer tipo de sofrimento (físico ou psíquico) a um animal pode ser considerado crime de maus-tratos. A cartilha cita como exemplos envenenamento, chibatadas, açoites, mutilação, enforcamento, queimaduras, abandono, encarceramento em ambiente sem higiene ou de dimensões inadequadas, entre outros.

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No dia 24 de maio de 2015 participei de um simpósio na USP cujo tema era “O papel de zoológicos e aquários na conservação”. Fui convidado para o evento para palestrar sobre o tema “A conservação pelo olhar de um santuário de animais selvagens”, e assim poder proporcionar ao público, especialmente estudantes, uma visão em relação aos santuários de animais, pouco conhecidos de maneira geral. De modo geral considerei as pessoas, tanto os organizadores quanto a plateia, interessados e receptivos às ideias.

Embora após o evento algumas pessoas tenham me escrito para perguntar como havia ocorrido limitei-me a dizer que havia “ocorrido conforme o esperado”. Eu não pretendia escrever a respeito dos pontos negativos ocorridos durante o evento porque entendo que a hostilidade que recebi se originou de uma pessoa, ou de algumas poucas pessoas, e que tal atitude depôs muito mais contra essas pessoa do que contra mim ou minha defesa. Penso que o apoio que recebi dos organizadores e de grande parte da plateia, pessoas que provavelmente não concordavam totalmente com meus pontos (mas eu nem esperava por isso), tornaram o evento bastante positivo, embora muito desgastante.

Eu não pretendia escrever a respeito porque na minha opinião “o que se faz em um evento, fica no evento”. Logo após os incidentes terem se dado pessoas que nada tinham a ver com o caso vieram se desculpar comigo, afirmando sentir vergonha alheia. Não apenas pessoas ligadas à organização do simpósio, mas estudantes que estavam ali apenas para escutar e tirar suas próprias conclusões.
Também não escreveria porque a pessoa que me hostilizou fez, posteriormente, uso da palavra para me pedir desculpas em público, embora mesmo isso tenha feito em tom agressivo. Se desculpou dizendo que gostaria de ter voado em meu pescoço, o que sinceramente não penso que tenha passado despercebido por nenhum dos presentes. Não pretendia escrever porque uma vez que desculpamos, está desculpado.
E eu sinceramente entendo que uma pessoa se ponha nervosa quando uma atividade para a qual se dedica, e de onde tira seu sustento, é questionada em suas bases. A mesma hostilidade já recebi vinda de vivissectores, peões de boiadeiro, donos de circos que utilizam animais, pecuaristas, etc. Eu realmente entendo que essas pessoas considerem a oposição às suas atividades como uma afronta pessoal. Mas eu não busco afrontar ninguém, apenas coloco os direitos animais acima do direito que algumas pessoas pensam ter de explorar animais.

É natural que a moral da sociedade evolua e, entre outras mudanças, a população passe a questionar a exploração animal, de modo que esta seja cada vez menos bem vista. Meus textos e palestras não tem a pretensão de serem agentes de mudança, eles quanto muito catalisam um processo inevitável que de qualquer forma ocorreria (se é que fazem tanto).

Muitas vezes, nas conversas informais com pessoas que sequer tem relação com a causa animal, percebo que a população ganha essa consciência independente de campanhas e protestos promovidos por ativistas dos direitos animais. Creio que o reconhecimento dos direitos animais seja um processo que de qualquer forma ocorreria. Não quer dizer que não devamos promover a ideia, mas ainda que não o façamos, é uma tendência natural que as pessoas transitem nesse sentido.

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Aquisição de terreno já pode ser considerada uma primeira vitória e uma esperança para os elefantes na América Latina

A ONG Elephant Voices Brasil publicou recentemente em sua página no Facebook a informação de que assinou um contrato adquirindo mais de 1.100 hectares localizados no Centro-Oeste brasileiro (Chapada dos Guimarães – MT) para a criação do primeiro santuário de elefantes da América Latina.

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O Santuário de Elefantes no Brasil irá resgatar elefantes cativos em situação de risco (comum em zoológicos e circos) nos países da América do Sul. A equipe é formada por renomados especialistas em elefantes e é um projeto conduzido pelo Global Sanctuary for Elephants (GSF) e pela Elephant Voices, ambas organizações internacionais.

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Promoção válida somente na compra do Veg Max durante a campanha do Rancho dos Gnomos

A lanchonete vegana Atma Veg, com apoio do Camaleão, irá doar um percentual de 10% da renda do VegMax para o Santuário Ecológico Rancho dos Gnomos durante a campanha “Santuário Animal” que se encerra no dia 05 de julho.

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Além da doação feita pela lanchonete com o consumo dos lanches, haverá postagens no Facebook, Twitter e Instagram para intensificar a divulgação da campanha “Santuário Animal”, haverá também destaque no cardápio do site e na comunicação visual da lanchonete.

Em depoimento, a proprietária Mickële Peçanha, comentou:

“Nós do Atma Veg ficamos honradas e felizes em poder contribuir e ajudar a impulsionar as doações para essa importante e urgente campanha em prol dos animais.

Agradecemos ao Camaleão pela parceria e apoio, em ceder junto conosco parte do recebimento da renda do VegMax para essa ocasião especial!”

O Veg Max é um veganburger criado pelo Camaleão em conjunto com o Atma Veg e que tem renda destinada para ações de Direitos Animais. Conheça os ingredientes do Veg Max nessa matéria.

 

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Maoz fica localizado na Rua Augusta, em São Paulo

Agora os famosos molho holandês (molho de alho) e Coleslaw (salada de repolho) da Maoz São Paulo são opções sem “ingredientes” de origem animal.

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Segundo informações da gerência do Maoz Augusta, o molho holandês tinha como base maionese com ovos e foi trocado por uma sem ovos, porém, o local ainda mantém coalhada em seu cardápio. Sendo assim, a Maoz Brasil ainda não é uma marca 100% vegetariana.

A Maoz Vegetarian é uma rede de restaurantes de serviço rápido que serve o autêntico falafel com acompanhamentos frescos e saborosos preparados diariamente, atendendo ao público que procura manter uma alimentação saudável.

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Touro se defende e fere gravemente toureiro na Espanha

O toureiro Marco Galan deu entrada no domingo (7) ao hospital San Francisco de Assis, em Madri, após ter sido gravemente ferido durante uma tourada. Galan sofreu uma chifrada após ter enfincado duas lanças nas costas de um touro durante o torneio de Las Ventas, um dos maiores realizados na Espanha.

toureiro-Marco-Galan-e-ferido-nos-testiculos-em-touradas-na-espanhaO Touro, em legítima defesa, acertou os testículos do homem que teve hematomas e evisceração (quando as vísceras escapam ao corte) no saco escrotal esquerdo.

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Ubatuba precisa voltar com o castramóvel

A transição da gestão dos serviços de saúde em Ubatuba levou à interrupção das castrações de cães e gatos pelo Centro de Controle de Zoonoses (CCZ). Em março, a Organização Social Instituto Biosaúde assumiu o gerenciamento da saúde no município. Desde então, o CCZ está sem médico veterinário para realizar os procedimentos cirúrgicos de esterilização.

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A transição da gestão dos serviços de saúde em Ubatuba levou à interrupção das castrações de cães e gatos pelo Centro de Controle de Zoonoses (CCZ). Em março, a Organização Social Instituto Biosaúde assumiu o gerenciamento da saúde no município. Desde então, o CCZ está sem médico veterinário para realizar os procedimentos cirúrgicos de esterilização.

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Você ligaria uma máquina para triturar animais vivos?

Em ação realizada em meados de fevereiro, 14 ativistas pelos Direitos Animais foram presos por entrarem em um centro de incubação em Ramot (Israel), libertarem alguns animais e desligarem uma máquina que triturava pintinhos machos vivos.

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Ao que parece a ação foi previamente planejada, uma vez que, contou com o apoio da mídia que registrou todo a ação. Os ativistas levaram centenas de pintinhos que estavam em caixotes para outros ativistas que aguardavam, em segurança, do lado de fora para que pudessem transportar os animais para um local seguro. Fotos e vídeos também foram feitos para registrar os bastidores do local.

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Feira será exclusivamente com alimentação vegetariana e produtos não testados em animais

O evento acontecerá no dia 14 de junho, domingo, às 11 horas e tem previsão de encerramento para as 21 horas, tempo de sobra para experimentar diversos pratos típicos de festa junina, em uma versão ética (100% vegetariana), além da possibilidade de abastecer a cesta com diversos produtos, que não testam em animais, como cosméticos veganos, produtos de higiene corporal, higiene bucal e muitos outros, tudo em um único local.

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A Festa Junina, organizada pelo VegNice, é também uma grande oportunidade de lazer e diversão para jovens e famílias com uma programação diversa, com palestras, workshops, cinema, atrações culturais e espaço infantil.

Segundo os organizadores, o objetivo dos eventos VegNice é facilitar o acesso a produtos veganos e levar informação sobre respeito aos animais para o público para isso o evento disponibiliza uma série de atividades durante a Festa Junina entre o público e ONGs que atuam na defesa dos animais, um exemplo é o CINE VEDDAS que estará presente no evento exibindo o polêmico “Cowspiracy – o segredo da sustentabilidade”, uma produção americana que revela como funciona a indústria agropecuária e seus danos ao planeta e a vida dos animais não-humanos e humanos.

O espaço terá também uma feira de adoção de animais e os organizadores pedem que as pessoas levem brinquedos, roupinhas, rações, biscoitos e outros utensílios que possam ser úteis para cães e gatos.

A entrada do evento será mediante a doação de um desses itens (principalmente alimentação para os bichanos) ou contribuindo com uma quantia de R$ 5,00.

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