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…. e promove também a campanha brasileira de mesmo nome!

Paul McCartney realizou seis shows no Brasil no mês de novembro, seu último show foi ontem (26) em São Paulo.

Paul é tido pela mídia internacional como um apoiador do “vegetarianismo” e pai da campanha Meat Free Monday (Segunda Sem Carne) na Grã-Betanha, segundo informações do Portal G1, a campanha é uma tentativa de combater as mudanças climáticas, pois a redução do consumo de carne bovina, suína e de aves é frequentemente proposta como maneira de diminuir as emissões de gases.

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No exterior, a campanha Segunda-Feira Sem Carne (Meat Free Monday) chega até mesmo a promover, como um dos fatores para se adotar, um consumo moderado de carne para: “salvar algumas moedas”. Sim, “salvar” dinheiro. Economizar uma grana ao trocar um pouco a carne por lentilhas, soja e grão-de-bico. E nós que achávamos que quem precisava ser salvo era os animais, grande engano “nosso”, animais que são não por coincidência o último “fator” a ser considerado como motivo para aderir a campanha, últimos na consideração. No site oficial da campanha podemos encontrar receitas com derivados de animais, como o queijo ricotta, ovos e leite em algumas receitas.

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Nutrição: mito do ferro e anemia na alimentação vegetariana

Se não for o mais recorrente de todos os mitos, o ferro certamente está entre os mais freqüentes quando o tema é a nutrição vegetariana. No entanto, a incidência de anemia ferropriva (por deficiência de ferro) não é maior na população vegetariana quando comparada à população não-vegetariana. Na verdade, ela é a deficiência nutricional mais comum em todo o mundo – estima-se que 500 milhões de pessoas sejam anêmicas. As mulheres estão em maior risco e as fases da vida de maior vulnerabilidade são: até os 4 anos de idade, durante a adolescência, durante a vida reprodutiva da mulher e durante a gestação. Esses grupos de risco precisam de atenção redobrada.

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Por que é então que existe o mito com relação ao ferro na dieta vegetariana?
De fato, parte do ferro encontrado nos produtos de origem animal é mais bem absorvido do que o ferro encontrado nos produtos de origem vegetal e de fato algumas fontes animais de ferro são muitíssimo superiores quando comparadas às fontes vegetais do mineral. Mas isto não significa que as fontes vegetais de ferro não sejam suficientes para suprir a necessidade do organismo humano. O fato de haver uma alternativa superior não faz da outra uma alternativa insatisfatória.

No caso do ferro, a alternativa vegetal é satisfatória, mas alguns cuidados ajudam a garantir a ingestão e adequados. Esses cuidados compreendem a seleção de boas fontes do mineral, a inclusão de alimentos que melhoram a sua absorção e a exclusão de alimentos que a atrapalham.

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Pizza 100% vegetariana: sem “ingredientes” de origem animal

Como uma paulistana tradicional eu adoro pizza e ela está presente semanalmente no meu cardápio, mesmo sendo vegana. A massa de pizza tradicional não leva leite nem ovos, mas é sempre bom confirmar se há ou não, geralmente as massas mais grossinhas, minhas preferidas, não levam nenhum produto de origem animal. Então basta você combinar os ingredientes de sua preferência e voilà. Eu preparei um post bem bacana sobre pizzas veganas, você pode ler aqui.

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No post de hoje eu trouxe um sabor que eu inventei bem no comecinho do meu veganismo, eu não tinha muitas ideias e não conhecia queijos veganos. Eu fazia um mexidinho de tofu e colocava em cima da pizza, é uma receita bem leve e você pode adaptar de acordo com o que você gosta.

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Animal enroscou em uma rede de pesca

Um golfinho foi encontrado morto na tarde da última terça-feira (18) na praia das Toninhas, em Ubatuba, no litoral norte de São Paulo. Informações do G1.

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Segundo o Instituto Argonauta, o animal se enroscou em uma rede de pesca e morreu afogado.

O animal foi encontrado na praia das Toninhas, uma praia conhecida por ser palco de acasalamento das toninhas (golfinhos) em determinada época do ano.

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Artigo dedicado aos “vegetarianos” que consomem ovos da galinha e leite do bezerro

Uma das coisas que mais me surpreende no universo dos direitos animais, e seus defensores, é como ainda se vê, entre vegetarianos, especialmente os que conhecem a realidade da pecuária, quem defenda ou não veja problemas no consumo e produção de leite e ovos, e que hesite tanto antes de aderir definitivamente ao veganismo.

Eu só encontro uma justificativa aparente para isso: as pessoas não vêem essa produção como tão cruel como a de carne, por teoricamente – e apenas teoricamente – não envolver morte. No entanto, é fácil demonstrar que a realidade é muito mais complexa – e terrível – do que parece.

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Foto por EligeVeganismo.

A primeira questão que gostaria de ressaltar é que o consumo de leite é muito mais antinatural que o consumo de carne. Segundo os biólogos, o ser humano evoluiu comendo carne. Na natureza, onde a alimentação é incerta, isso lhe possibilitou encontrar nutrientes concentrados importantes numa época em que não se sabia quando viria a próxima refeição. Além das vantagens que isso trouxe ao indivíduo, beneficiou também o desenvolvimento das coletividades, que puderam prosperar, crescer.

O consumo de leite veio muito depois, quando o homem descobriu que, em vez de caçar, ele podia criar suas vítimas. Daí a vaca estava lá, prontinha pra ser comida – por que não tirar o leite dela primeiro? Ora, é possível comer carne de um animal livre. Tomar seu leite, nunca. “Experimentem” ordenhar um mamífero selvagem. Vocês vão descobrir que é mais fácil (e lógico) matá-lo e comer sua carcaça.

Com essa argumentação não estou defendendo o consumo de carne. Com a sedentarização e a agricultura, ela é totalmente desnecessária. Eu estou, sim, criticando o consumo de leite. Enquanto ordenharmos as vacas, elas nunca poderão ser livres, e esse é, na verdade, o ponto principal.

Isso vale também para os ovos. Na natureza era possível colher ovos de aves. Bastava espreitar seus ninhos. Estes eram ovos fecundados. Os ovos que “todos” consumimos são ovos não fecundados. E para obtê-los, novamente, precisamos de animais domesticados – criados em cativeiro. “Cativo” é outra palavra para seres que são propriedade, que são escravos. Escravos são seres cuja existência é dependente de outro ser para o qual trabalham. É a condição à qual reduzimos vacas e galinhas. Mas voltando aos ovos… Ora, para a galinha dar ovos não fecundados ela não pode ter relações sexuais. Isso significa: nenhum galo por perto.

A vaca tem o problema oposto: tem que estar sempre prenhe.

Vidas totalmente dependentes e artificiais. Mesmo que sejam criadas “soltas”, elas continuam reduzidas à condição de coisas. De máquinas de dar ovos e leite.

A realidade das galinhas de granja e vacas de fazenda é mórbida: confinamento, mutilação, hormônios para aumentar a produção, antibióticos e posterior assassinato. Alguém duvida de que essa linha de produção é ainda mais cruel que a da carne pura e simples? Seja por causa dos hormônios ou devido à manipulação genética, uma vaca é forçada a produzir artificialmente muito mais leite do que produziria naturalmente. Isso é doloroso. Imaginem uma mulher tendo que dar 12 vezes mais leite do que é capaz: ela ficaria com os seios inchados, teria risco de infecções, teria dores na hora em que fosse “ordenhada”.

Agora imaginem que se faça isso sistematicamente com uma mulher, ano após ano. É o que acontece com a vaca – mesmo a que pasta solta. Por isso os bem-estaristas alegam que a vaca precisa ser ordenhada, senão morre – mas se o ser humano cometeu o erro de modificá-la em prejuízo dela mesma, isso serve de licença para o ser humano de hoje persistir no erro? Existe mesmo alguma justificativa para isso?

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Na quinta-feira, dia 4 de dezembro, vai acontecer em Taubaté (SP) mais um bingo beneficente, organizado pelas protetoras Flávia, Eliana e Karol Honorato para ajudar na renda de cães e gatos resgatados por elas e outras protetoras independentes.

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O bingo será realizado no dia 4 de dezembro na Rua Conselheiro Moreira de Barros, Nª 126 – Centro, no Taubaté Country Club (TCC), às 19 horas.

Eletrodomésticos, brindes e outros itens estão sendo arrecadados para ajudar a compor a renda canina. O grupo já conseguiu um liquidificador, uma batedeira e um espremedor de frutas já foi doado.

Os participantes do bingo beneficente vão ganhar dois cupons de desconto um para uso na lanchonete vegana Atma Veg que fica nas proximidades do Clube TCC e outra para compras na loja virtual do Camaleão.

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Receitas 100% Vegetarianas

O Risotto é um prato típico italiano em que se fritam levemente cebola e arbório (arroz italiano da cidade de Arborio, de Piemonte), acompanhados de legumes e outros ingredientes. O prato é comum do norte da Itália e proveniente de Lombardia, a oeste de Piemonte.

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Ingredientes:
– 1 xícaras de arroz arbóreo
– 200g de alcachofra em conserva
– 1 cebola pequena
– 1 alho grande
– Azeite de boa qualidade
– 1/2 de xícara de vinho branco
– 1 litro de caldo de legumes
– Sal
– Tomilho
– Pimenta do Reino

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Vegetusianos e a confusão dos “tipos” de vegetarianos

Vegetusiano, vegetariano ou vegano? Qual a diferença? Se perguntarmos a qualquer pessoa na rua o que lembra a palavra “vegetariano”, a maioria vai responder que essa palavra designa uma pessoa que não come nada de animais. Se perguntarmos o que quer dizer “vegano”, poucas são as pessoas que conhecem o termo. E raras são as que conhecem a distorção deliberada que os “vegetarianos tradicionais” fizeram do conceito por detrás do termo. Ouvimos dos “vegetarianos” que ingerem laticínios, ovos, mel e qualquer derivado de secreções glandulares de fêmeas de outras espécies, que a palavra deriva do latim, vegetus, cujo significado é vigoroso.

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Se fosse verdade que a palavra inglesa vegetarian derivasse do latim, conforme querem os “ovo-lacto-api-vegetarianos” conservadores, a palavra não poderia ter sido escrita desse modo, deveria ser: vegetusian. Em português deveria ser, então, vegetusiano. Leite e ovos não dão em árvores, nem são extraídos do solo. São extraídos do corpo de fêmeas de outras espécies.

Se os vegetarianos conservadores de fato estivessem a nomear sua escolha com base no conceito latino, derivado da palavra vegetus, deveriam dizer-se vegetusianos, deixando a palavra vegetariano, que foi sequestrada por eles para designar falsamente sua dieta, repleta de produtos de origem animal. Que pena! Poderíamos agora ter mais transparência ética na designação do tipo de dieta adotada pelos ovo-lacto-api-vegetarianos.

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Vídeo contém cenas dos bastidores da industria da carne, leite e ovos

Farm To Fridge (Da Fazenda à Geladeira), o filme narrado por James Cromwell, é um filme resultado de diversos vídeos secretos gravados por ativistas de Direitos Animais que leva os espectadores a uma exploração de abrir os olhos por trás das portas fechadas das maiores avícolas industriais, fazendas de porcos, laticínios, fazendas marítimas de peixes, incubatórios e abatedouros – revelando a viagem muitas vezes invisível que os animais percorrem do nascimento até a morte, da fazenda à geladeira.

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Este filme realista coloca em foco a dura realidade enfrentada pelos animais criados e mortos para consumo de produtos de origem animal (carne, frango, leite, ovos, etc) – animais sencientes e inocentes com pouca ou nenhuma proteção perante a lei e a sociedade.

Recentemente, a ONG Mercy For Animals traduziu o filme Farm To Fridge em diversos idiomas, inclusive em Português, acreditamos que essa a tradução do filme foi uma ação estratégica da ONG Mercy For Animals no objetivo de difundir mais informações sobre a realidade cruel e diária dos animais usados para consumo humano e uma resposta a censura que estão sofrendo nos Estados Unidos com as chamadas “Ag-Gag“.

Assista abaixo o vídeo Farm To Fridge, em Português:

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Um futuro sem experimentação animal!

A especialista em políticas regulatórias de testes da PCRM (Comitê de Médicos para uma Medicina Responsável – Physicians Committee for Responsible Medicine, EUA), virá ao Brasil para falar sobre como o uso de animais para avaliar a segurança de ingredientes e produtos não é uma boa ciência e por que há grande esperança de um futuro sem experiências com animais.

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A palestra “Um Futuro Sem Experimentação Animal” acontecerá na capital paulista e carioca e será realizada em inglês com tradução consecutiva para o português.

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