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Animal enroscou em uma rede de pesca

Um golfinho foi encontrado morto na tarde da última terça-feira (18) na praia das Toninhas, em Ubatuba, no litoral norte de São Paulo. Informações do G1.

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Segundo o Instituto Argonauta, o animal se enroscou em uma rede de pesca e morreu afogado.

O animal foi encontrado na praia das Toninhas, uma praia conhecida por ser palco de acasalamento das toninhas (golfinhos) em determinada época do ano.

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Artigo dedicado aos “vegetarianos” que consomem ovos da galinha e leite do bezerro

Uma das coisas que mais me surpreende no universo dos direitos animais, e seus defensores, é como ainda se vê, entre vegetarianos, especialmente os que conhecem a realidade da pecuária, quem defenda ou não veja problemas no consumo e produção de leite e ovos, e que hesite tanto antes de aderir definitivamente ao veganismo.

Eu só encontro uma justificativa aparente para isso: as pessoas não vêem essa produção como tão cruel como a de carne, por teoricamente – e apenas teoricamente – não envolver morte. No entanto, é fácil demonstrar que a realidade é muito mais complexa – e terrível – do que parece.

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Foto por EligeVeganismo.

A primeira questão que gostaria de ressaltar é que o consumo de leite é muito mais antinatural que o consumo de carne. Segundo os biólogos, o ser humano evoluiu comendo carne. Na natureza, onde a alimentação é incerta, isso lhe possibilitou encontrar nutrientes concentrados importantes numa época em que não se sabia quando viria a próxima refeição. Além das vantagens que isso trouxe ao indivíduo, beneficiou também o desenvolvimento das coletividades, que puderam prosperar, crescer.

O consumo de leite veio muito depois, quando o homem descobriu que, em vez de caçar, ele podia criar suas vítimas. Daí a vaca estava lá, prontinha pra ser comida – por que não tirar o leite dela primeiro? Ora, é possível comer carne de um animal livre. Tomar seu leite, nunca. “Experimentem” ordenhar um mamífero selvagem. Vocês vão descobrir que é mais fácil (e lógico) matá-lo e comer sua carcaça.

Com essa argumentação não estou defendendo o consumo de carne. Com a sedentarização e a agricultura, ela é totalmente desnecessária. Eu estou, sim, criticando o consumo de leite. Enquanto ordenharmos as vacas, elas nunca poderão ser livres, e esse é, na verdade, o ponto principal.

Isso vale também para os ovos. Na natureza era possível colher ovos de aves. Bastava espreitar seus ninhos. Estes eram ovos fecundados. Os ovos que “todos” consumimos são ovos não fecundados. E para obtê-los, novamente, precisamos de animais domesticados – criados em cativeiro. “Cativo” é outra palavra para seres que são propriedade, que são escravos. Escravos são seres cuja existência é dependente de outro ser para o qual trabalham. É a condição à qual reduzimos vacas e galinhas. Mas voltando aos ovos… Ora, para a galinha dar ovos não fecundados ela não pode ter relações sexuais. Isso significa: nenhum galo por perto.

A vaca tem o problema oposto: tem que estar sempre prenhe.

Vidas totalmente dependentes e artificiais. Mesmo que sejam criadas “soltas”, elas continuam reduzidas à condição de coisas. De máquinas de dar ovos e leite.

A realidade das galinhas de granja e vacas de fazenda é mórbida: confinamento, mutilação, hormônios para aumentar a produção, antibióticos e posterior assassinato. Alguém duvida de que essa linha de produção é ainda mais cruel que a da carne pura e simples? Seja por causa dos hormônios ou devido à manipulação genética, uma vaca é forçada a produzir artificialmente muito mais leite do que produziria naturalmente. Isso é doloroso. Imaginem uma mulher tendo que dar 12 vezes mais leite do que é capaz: ela ficaria com os seios inchados, teria risco de infecções, teria dores na hora em que fosse “ordenhada”.

Agora imaginem que se faça isso sistematicamente com uma mulher, ano após ano. É o que acontece com a vaca – mesmo a que pasta solta. Por isso os bem-estaristas alegam que a vaca precisa ser ordenhada, senão morre – mas se o ser humano cometeu o erro de modificá-la em prejuízo dela mesma, isso serve de licença para o ser humano de hoje persistir no erro? Existe mesmo alguma justificativa para isso?

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Na quinta-feira, dia 4 de dezembro, vai acontecer em Taubaté (SP) mais um bingo beneficente, organizado pelas protetoras Flávia, Eliana e Karol Honorato para ajudar na renda de cães e gatos resgatados por elas e outras protetoras independentes.

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O bingo será realizado no dia 4 de dezembro na Rua Conselheiro Moreira de Barros, Nª 126 – Centro, no Taubaté Country Club (TCC), às 19 horas.

Eletrodomésticos, brindes e outros itens estão sendo arrecadados para ajudar a compor a renda canina. O grupo já conseguiu um liquidificador, uma batedeira e um espremedor de frutas já foi doado.

Os participantes do bingo beneficente vão ganhar dois cupons de desconto um para uso na lanchonete vegana Atma Veg que fica nas proximidades do Clube TCC e outra para compras na loja virtual do Camaleão.

Acompanhe o evento do Bingo no Facebook.

Receitas 100% Vegetarianas

O Risotto é um prato típico italiano em que se fritam levemente cebola e arbório (arroz italiano da cidade de Arborio, de Piemonte), acompanhados de legumes e outros ingredientes. O prato é comum do norte da Itália e proveniente de Lombardia, a oeste de Piemonte.

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Ingredientes:
– 1 xícaras de arroz arbóreo
– 200g de alcachofra em conserva
– 1 cebola pequena
– 1 alho grande
– Azeite de boa qualidade
– 1/2 de xícara de vinho branco
– 1 litro de caldo de legumes
– Sal
– Tomilho
– Pimenta do Reino

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Vegetusianos e a confusão dos “tipos” de vegetarianos

Vegetusiano, vegetariano ou vegano? Qual a diferença? Se perguntarmos a qualquer pessoa na rua o que lembra a palavra “vegetariano”, a maioria vai responder que essa palavra designa uma pessoa que não come nada de animais. Se perguntarmos o que quer dizer “vegano”, poucas são as pessoas que conhecem o termo. E raras são as que conhecem a distorção deliberada que os “vegetarianos tradicionais” fizeram do conceito por detrás do termo. Ouvimos dos “vegetarianos” que ingerem laticínios, ovos, mel e qualquer derivado de secreções glandulares de fêmeas de outras espécies, que a palavra deriva do latim, vegetus, cujo significado é vigoroso.

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Se fosse verdade que a palavra inglesa vegetarian derivasse do latim, conforme querem os “ovo-lacto-api-vegetarianos” conservadores, a palavra não poderia ter sido escrita desse modo, deveria ser: vegetusian. Em português deveria ser, então, vegetusiano. Leite e ovos não dão em árvores, nem são extraídos do solo. São extraídos do corpo de fêmeas de outras espécies.

Se os vegetarianos conservadores de fato estivessem a nomear sua escolha com base no conceito latino, derivado da palavra vegetus, deveriam dizer-se vegetusianos, deixando a palavra vegetariano, que foi sequestrada por eles para designar falsamente sua dieta, repleta de produtos de origem animal. Que pena! Poderíamos agora ter mais transparência ética na designação do tipo de dieta adotada pelos ovo-lacto-api-vegetarianos.

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Vídeo contém cenas dos bastidores da industria da carne, leite e ovos

Farm To Fridge (Da Fazenda à Geladeira), o filme narrado por James Cromwell, é um filme resultado de diversos vídeos secretos gravados por ativistas de Direitos Animais que leva os espectadores a uma exploração de abrir os olhos por trás das portas fechadas das maiores avícolas industriais, fazendas de porcos, laticínios, fazendas marítimas de peixes, incubatórios e abatedouros – revelando a viagem muitas vezes invisível que os animais percorrem do nascimento até a morte, da fazenda à geladeira.

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Este filme realista coloca em foco a dura realidade enfrentada pelos animais criados e mortos para consumo de produtos de origem animal (carne, frango, leite, ovos, etc) – animais sencientes e inocentes com pouca ou nenhuma proteção perante a lei e a sociedade.

Recentemente, a ONG Mercy For Animals traduziu o filme Farm To Fridge em diversos idiomas, inclusive em Português, acreditamos que essa a tradução do filme foi uma ação estratégica da ONG Mercy For Animals no objetivo de difundir mais informações sobre a realidade cruel e diária dos animais usados para consumo humano e uma resposta a censura que estão sofrendo nos Estados Unidos com as chamadas “Ag-Gag“.

Assista abaixo o vídeo Farm To Fridge, em Português:

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Um futuro sem experimentação animal!

A especialista em políticas regulatórias de testes da PCRM (Comitê de Médicos para uma Medicina Responsável – Physicians Committee for Responsible Medicine, EUA), virá ao Brasil para falar sobre como o uso de animais para avaliar a segurança de ingredientes e produtos não é uma boa ciência e por que há grande esperança de um futuro sem experiências com animais.

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A palestra “Um Futuro Sem Experimentação Animal” acontecerá na capital paulista e carioca e será realizada em inglês com tradução consecutiva para o português.

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Frapê (café frappé, café frapê ou simplesmente frappé, frapê) é uma bebida de verão, popular
na Grécia e no Chipre, é um café solúvel gelado com cubos de gelo e espumado num shaker ou liquidificador.

O frappe é uma bebida tradicional gelada com sabores adicionais e diversas versões diferentes do original.

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Ingredientes:
1 xícara de leite de amêndoas
2 xícaras de gelo
1 xícara de morangos
açúcar a gosto (pode ser substituído por melado ou glucose de milho a gosto)
2 colheres de geleia de morango caseira

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Outdoor questiona o Especismo e pede respeito para todas as espécies (Veganismo)

Nesta segunda-feira (3), alguns dias depois do Dia Mundial Vegano, o primeiro outdoor sobre Direitos Animais do Vale do Paraíba foi colocado na rotatória da Av. Charles Schnneider, próximo ao Shopping Taubaté e a Faculdade Anhanguera, em Taubaté (SP).

O local foi escolhido por ser uma região de alto fluxo de carros e por ser um local de trânsito, com frequentes paradas, possibilitando que os motoristas e caronas visualizassem o conteúdo do outdoor do Camaleão por mais tempo. A região onde o outdoor vegano está instalado é um local privilegiado por estar em uma das principais avenidas da cidade, ao lado de supermercados, escolas, faculdades e também em um ponto muito próximo ao principal shopping de Taubaté.

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O outdoor está colocado estrategicamente na direção de duas placas de trânsito (pare) o que faz com que os motoristas e passageiros “deem de cara” com a mensagem animalista vegana toda vez que quiserem se dirigir ao Shopping.

► Saiba mais sobre nossa campanha de outdoor, faça sua doação!

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Foie Gras significa “fígado gordo” em francês

O produto é produzido pela alimentação forçada de patos e gansos para ampliar seus fígados a oito vezes o tamanho natural, que são posteriormente retirados quando inchados para fazer o prato considerado gourmet.
Uma lei californiana que proíbe especificamente qualquer produto desenvolvido “que força alimentação de um pássaro com a finalidade de ampliar o fígado do pássaro para além do tamanho normal” está frustradamente tentando ser derrubada pela indústria.

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Em uma vitória para os patos e para os californianos que lutaram por anos para proteger esses animais de uma “alimentação” forçada para a produção de Foie Gras, a Suprema Corte recusou-se a modificar a proibição do marco Foie Gras na Califórnia, rejeitando o pedido para liberação do produto feito por uma petição organizada por restaurantes e produtores, incluindo Hudson Valley Foie Gras.

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