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DIDA – Dia Internacional dos Direitos Animais

No dia 10 de dezembro celebra-se o Dia Internacional dos Direitos Humanos e simultaneamente, desde o ano de 1998, é marcado também pelo Dia Internacional dos Direitos Animais (DIDA).

Longe de ser uma data de comemoração, o DIDA é um momento para conscientização e reflexão sobre o dano que as atitudes especistas humanas tem causado na vida de todos animais e para uma mudança profunda, radical e urgente em nosso modo de viver, visando libertar os animais do uso e da escravidão criada pela nossa sociedade.

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Qual sua desculpa para explorá-los?

O especismo é o preconceito do ser humano em relação aos animais, é o ato de desconsiderar a importância e os direitos de um animal pelo fato dela não ser um animal pertencente a espécie humana.

Com o objetivo de educar a sociedade sobre Ética Animal, promover o Veganismo, informar, combater o Especismo e lutar pelos interesses e direitos animais, o Camaleão realizou um ato no sábado (6) em sintonia com o Dia Internacional dos Direitos Animais expondo animais mortos descartados pela indústria e parte de animais vitimados pelo especismo através das práticas de caça (e pesca) de animais, abandono, fabricação de couro, consumo de carne, consumo de leite e ovos, animais usados e explorados para diversos fins humanos.

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O ato foi realizado na praça Epaminondas, em Taubaté (SP), durante o horário de agitação do comércio, no centro da cidade, próximo as principais lojas ancoras, próximo ao show de aniversário da cidade e a barraca do Papai Noel o que fez um belo contraste com o ato e serviu para atingir muitas famílias (pais, mães e crianças).

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A barquete de maionese é bem conhecida dos brasileiros e todo mundo adora.

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Ingredientes:
4 batatas médias
150g de palmito em conserva (fervido e picado)
1/2 xícara de ervilhas frescas
2 espigas de milho grandes
salsinha e cebolinha a gosto (capriche)
sal a gosto
1 limão pequeno espremido
azeite a gosto (usamos, em geral, 3 partes de azeite para 1 de limão, mas dá para colocar mais)
azeitonas verdes picadas a gosto (usamos aproximadamente 1/2 xícara)

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Peça “Ignorância Voluntária”: mostra a cegueira que o Especismo causa e a exploração dos animais!

De 24 à 28 de novembro aconteceu na Escola Maestro Fêgo Camargo, em Taubaté (SP), o primeiro “Fest Fêgo – Arte que Arde”. As apresentações teatrais foram realizadas por diversos alunos do curso de arte dramática. Entre uma das peças desenvolvidas, uma aluna e voluntária do CAMALEÃO encenou a “Ignorância Voluntária” com o objetivo de mostrar a cegueira que o Especismo provoca nas pessoas e o quanto isso impede de verem a realidade dos animais de forma crítica.

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Vestida de vermelho, com venda nos olhos, os pés mergulhados em uma bacia de “sangue” ao lado de uma pilha de embalagens de produtos de origem animal, a artista “assistia” na televisão o filme Farm To Fridge (Da Fazenda A Geladeira) sobre a violação sistemática dos direitos animais pelos seres humanos enquanto consumia tranquilamente “carne, ovos e derivados lácteos”. Na bacia ainda podia se ver fofinhos porquinhos de pelúcia provocando um contraste em meio ao sangue e as imagens da TV.

“A ideia partiu da minha experiência e indignação com a vontade que algumas pessoas tem em ignorar a realidade que está na cara delas… o nome do trabalho é “ignorância voluntária”. Além de expressar meu sentimento e ponto de vista com a performance, também posso atingir o interesse e o senso crítico das pessoas para a realidade à qual os animais são sujeitados, mesmo que a mensagem não faça sentido para todos, uma sementinha fica plantada em algum lugar dentro de alguns”, disse a artista Vanessa do Camaleão.

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Sobre andar a cavalo e o impacto na boca e crânio do animal

Explicações de Alexander Nevzorov – por Dr. phil. Sônia T. Felipe

Alexander Nevzorov, em seu livro The horse crucified and risen, ao alertar para a baba grossa escorrendo da boca de um cavalo com ferro plantado na cavidade bucal, pressionando a língua, refere-se a ele como “um aparato especial para infligir muita dor” ao animal, um “pesadelo” para o cavalo, pois a “causa dessa baba grossa é trágica”. [p. 10]

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Nevzorov esclarece fisiologicamente o que acontece: “Primeiramente, há o ressecamento da garganta pela impossibilidade de engolir a saliva”. Mas não é só isso. A baba grossa saindo da boca do animal indica que as glândulas parótidas estão lesadas. A saliva espumando a sair pela boca, em qualquer animal, indica algo fora do normal, até mesmo ameaçador, “um sinal de desconforto, dor, tensão, dor aguda, ou de algo muito errado”.[p. 11].

É uma grande mentira falar que o cavalo “tem amor pelo freio, esse instrumento de tortura”, afirma Nevzorov. [p. 11] Segundo o autor, “basta abrir qualquer manual de odontologia equina para que os olhos caiam imediatamente em algum artigo sobre as lesões dos lábios, gengivas, dentes, palato e partes sensíveis similares da boca, causadas pelos freios […]”. [p. 11]

No entender de Nevzorov, “o ferro [freio] foi, é e será um fator fundamental e determinante nessa estranha e dramática relação entre o cavalo e o homem.” [p. 28] “Por mais de três mil anos se manufaturam peças de metal que dão aos humanos a ilusão de autoridade sobre o muito livre, muito forte e muito indefeso cavalo.”

E, mais adiante, conclui: “[…] O ferro na boca do cavalo se tornou, para o homem, uma espécie de atributo indispensável da relação, uma chave mágica para controlar o cavalo.” [ p. 29]

Para o autor, é uma grande ilusão pensarmos que é o homem quem controla o cavalo sobre cujo lombo está montado, atrás do qual comanda a charrete, ou sobre o qual carrega os armamentos da artilharia. “Isso não é verdade. A dor controla o cavalo. Eles param o cavalo com dor, eles o dirigem pela dor e o fazem virar com a dor.” [p. 42-43] “A cervical e o sistema muscular do cavalo são lesados pelo puxão das rédeas.” [p. 52]

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Uma excelente opção para usar no “café da manhã” e da tarde e mais uma variedade para mostrar que uma alimentação 100% vegetariana (exclusivamente vegetais) além de ética, saudável e saborosa, pode ser também variada.

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Ingredientes:
1/2 xícara de leite de amêndoas forte
1 xícara de óleo vegetal
(usamos óleo vegetal comum e colocamos umas 3 colheres de azeite junto)
1/2 dente de alho
sal a gosto
1/2 limão espremido

Modo de Preparo:
Faça um leite de amêndoas forte e bem coado.
No liquidificador, coloque o leite de amêndoas e o alho. Bata.
Coloque o liquidificador na potência baixa e vá acrescentando o óleo BEM devagar.
Quando terminar, acrescente o sal e o limão, com o liquidificador ainda em movimento.
Bata só para misturar.
Desligue e coloque num vidro.
Leve à geladeira.
Fica bem firme e deliciosa!

Usamos um vidro de melado (reutilizamos) para guardar. Ficou um charme!

OBS: Não fica com gosto de amêndoas

Receita cedida pelo blog parceiro Ser Vegana.

Mobilize-se: faça sua doação para ajudar a promover os Direitos Animais!

A ONG VEDDAS está solicitando doações para seu projeto Veganizando, o objetivo é pagar os custos do projeto, através do financiamento coletivo, pretende-se realizar a impressão (DVD e capa) de 2 mil unidades do DVD Veganizando, uma compilação de filmes sobre Veganismo e Direitos Animais (documentários, curta-metragens e entrevistas), disponibilizado para o público nas ruas durante as atividades de conscientização promovidas pela ONG.

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O DVD Veganizando é uma coletânea sobre Direitos Animais, veganismo e meio ambiente que a ONG VEDDAS distribui nas atividades de rua e com o qual milhares de pessoas tem o primeiro contato reflexivo com estes temas.

Atualmente, o trabalho é realizado nas ruas em São Paulo, Sorocaba, Ribeirão Preto, Fortaleza (CE) e atinge centenas de pessoas nas edições semanais, além de outras atividades e eventos promovidos pela ONG.

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Organizado pela voluntária do Camaleão, a culinarista Giovana Soares, o evento conta com cinquenta vagas antecipadas e pretende ensinar pratos fáceis e totalmente vegetarianos (sem a inclusão de carne, frango, peixe, leite, ovos, mel, etc).

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As crianças vão aprender a preparar pizzas veganas (brotinhos), cupcakes, muffins, waffles e sucos naturais!

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Ahhh o verão!
Pode ainda ser primavera ou ser qualquer outra estação, o fato é que – principalmente – em dias quentes, nada melhor que um belo suco beeem gelado para saciar a temperatura, eliminar a sede e agraciar o paladar, além é claro; de adquirir inúmeros benefícios das frutas! E não são apenas elas que podem, e devem,fazer parte dessa missão!

Os sucos funcionais assim são chamados, por unirem ingredientes que possuem além de suas funções nutricionais básicas, poderem produzir efeitos metabólicos e/ou fisiológicos. Também conhecidos como suco verde, pois grande parte das receitas é prevalecida por essa cor, eles consistem em misturar frutas com hortaliças, legumes, cereais e também raízes. E ao contrário do que muitos podem imaginar, variadas combinações ficam bem saborosas!

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As propriedades dos sucos funcionais variam de acordo com a composição, e vão desde limpeza do organismo, a redução de peso, aceleração metabólica, benefícios para pele, combatentes do inchaço e inúmeras outras funções. E não existe regra na receita… Vale ousar nas misturas para diversificar o sabor, mas o legal é ter conhecimento das propriedades de cada item que você vai incluir na miscelânea, para criar equações nutricionais e degustativas de forma positiva.

Nos últimos tempos tornou-se moda o consumo desse tipo de suco, popularizado pelas dietas de emagrecimento como hábito coringa para atingir ambiciosos objetivos. Mas a real, é que não há receitas milagrosas e adquirir e manter o hábito de beber sucos naturais de fruta, ao menos uma vez ao dia, dever ser parte de uma rotina saudável.

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Por que as galinhas põem ovos inférteis?
Galinhas ovulam pelas mesmas razões que fêmeas humanas o fazem: para a reprodução. Nas galinhas o ovário é um aglomerado de óvulos em desenvolvimento, ou gemas. Os ovários humanos também contêm óvulos em desenvolvimento. Na mulher um óvulo maduro é expelido do ovário uma vez ao mês, se o óvulo for fertilizado ele se adere à parede do útero e começa a formar o embrião, se o óvulo não for fertilizado ele é eliminado através da menstruação, um processo que exige um grande esforço do corpo feminino. Nas galinhas, no entanto, o ciclo de formação e passagem (pela coacla) dos ovos é indiscutivelmente ainda mais exaustivo fisicamente, especialmente em galinhas poedeiras atuais, que em sua maioria foram modificadas geneticamente para terem uma produção maior, e que foram criadas com rações específicas para produzir quantidades de ovos anormalmente mais altas ainda.

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…. e promove também a campanha brasileira de mesmo nome!

Paul McCartney realizou seis shows no Brasil no mês de novembro, seu último show foi ontem (26) em São Paulo.

Paul é tido pela mídia internacional como um apoiador do “vegetarianismo” e pai da campanha Meat Free Monday (Segunda Sem Carne) na Grã-Betanha, segundo informações do Portal G1, a campanha é uma tentativa de combater as mudanças climáticas, pois a redução do consumo de carne bovina, suína e de aves é frequentemente proposta como maneira de diminuir as emissões de gases.

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No exterior, a campanha Segunda-Feira Sem Carne (Meat Free Monday) chega até mesmo a promover, como um dos fatores para se adotar, um consumo moderado de carne para: “salvar algumas moedas”. Sim, “salvar” dinheiro. Economizar uma grana ao trocar um pouco a carne por lentilhas, soja e grão-de-bico. E nós que achávamos que quem precisava ser salvo era os animais, grande engano “nosso”, animais que são não por coincidência o último “fator” a ser considerado como motivo para aderir a campanha, últimos na consideração. No site oficial da campanha podemos encontrar receitas com derivados de animais, como o queijo ricotta, ovos e leite em algumas receitas.

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