Curta Camaleao.Org nas Redes Sociais:
Não encontrou o que deseja?

Não deixe para depois: faça sua doação agora e mobilize sua rede de contatos!

A ASERG (Associação Santuário Ecológico Rancho dos Gnomos) foi fundada em 1.991 (há 24 anos) pelo casal idealizador Silvia e Marcos Pompeu. O Santuário, mais conhecido como Rancho dos Gnomos, iniciou uma campanha urgente para salvarem os animais silvestres, exóticos e domésticos que abrigam, transportando eles do lar atual para um novo lar em Gonçalves (MG), mas para isso se concretizar precisam de apoio para conquistar o recurso necessário para a aquisição do novo terreno.

Acontece que atualmente esse nobre trabalho está ameaçado pelo desmatamento ao redor, queimadas, avanço de condomínios, crescimento populacional e outras ocasiões de risco para os animais habitantes do local.

O Santuário Rancho dos Gnomos cuida de diversas espécies de animais, oriundas dos mais variados casos de exploração como comércio de animais, tráfico, rinha, caça, circos, zoológicos, indústria da pele, animais abandonados e vítimas de todo tipo de maus-tratos. O rancho atual abriga mais de 230 animais (leões, onças, bichos-preguiças, veados, araras, papagaios, macacos, lontra, cães, gatos, entre outros) e mais de 10 mil animais já passaram pelos cuidados do Santuário.

santuario-de-animais-inicia-uma-das-mais-urgentes-campanhas-do-pais-faca-sua-parte-direitos-animais-silvestres-campanha-santuário-rancho-dos-gnomos-ajude-animaisA sede atual está situada em uma área de 33.780 m², na cidade de Cotia/SP, inicialmente inaugurada em uma tranquila área rural, hoje a terra pertence ao perímetro urbano da Grande São Paulo, com todas as suas decorrentes peculiaridades, incluindo projeto de implantação de metrô para uma população que ultrapassa 230 mil habitantes.

santuario-de-animais-inicia-uma-das-mais-urgentes-campanhas-do-pais-silvestres-rancho-dos-gnomos-aserg-veganismo-especismo-direitos-animais-pompeu

Para que o Santuário possa dar continuidade a missão de salvar vidas, necessitamos, o quanto antes, ajudá-los a mudar para outra região. Após muita procura, eles encontraram o local ideal em Gonçalves (MG) para acolher o Rancho dos Gnomos e oferecer aos animais morada em meio à natureza, suficientemente afastada do agito de São Paulo: 204 km pelas Rodovias Ayrton Senna/Carvalho Pinto, com boas estradas de acesso, localizada na Serra da Mantiqueira, com abundante natureza e pouco mais de 4.000 habitantes, com picos que chegam a 2.100 m de altitude.

Leia mais »

Treino pesado, Musculação e Veganismo pelos Animais

O atleta vegano conhecido como “Paru Vitu”, patrocinado pela VeganWay, representou bem o Veganismo e os animais no Campeonato Baiano de Fisiculturismo e Fitness da NABBA (National Amateur Body-Builders’ Association).

atleta-vegano-fica-em-segundo-lugar-em-campeonato-de-fisiculturismo-atleta-vegetariano-vegetarianismo-veganismo-sem-leite-sem-ovos-sem-albumina-sem-carne-vegan-way

Paulo Victor conquistou o segundo lugar na categoria Men’s Fitness Clássico 1, perguntamos ao atleta sobre essa categoria e ele nos deu mais detalhes:

Leia mais »

Veganos e veganas são pessoas que colocam em prática o respeito aos animais, portanto, evitam ao máximo usar animais para qualquer finalidade (vestuário, cosméticos, entretenimento, etc) e a alimentação é uma delas. Vegans (termo em inglês para vegano) não consomem carne de animais, nem suas secreções como mel, leite e também não consomem ovos e outros derivados de origem animal.

Ao longo dos séculos o ser humano utilizou os animais para seus objetivos diversos, até chegarmos na sociedade atual que é totalmente baseada e dependente da escravidão animal, que utiliza animais da produção de testes científicos para batons até o uso de animais para fazer corantes e gelatina e para mudar essa realidade (especista) é preciso mudar o modo como o animal-humano enxerga os outros animais, que não são meros objetos, não são mercadorias ou matéria-prima à disposição da vontade humana.

É necessário não só mudar essa visão para criar uma sociedade vegana, mas abolir coisas e reinventar outras para adequar o Veganismo as diversas necessidades, que vai da criação de métodos substitutivos ao uso de animais na “ciência”, por exemplo, até uma simples receita de queijo à base de mandioca, macadâmia ou outro vegetal para colaborar com a substituição da mussarela tradicional para aqueles que são viciados em queijos (opióides).

Comemorações não faltam quando uma nova descoberta, mesmo que considerada “inútil” para alguns, acontece no meio vegano.

A última da vez é a clara de ovo vegana, criatividade do francês Joël, criador do blog Révolution Végétale, que revelou ao mundo sua maravilhosa descoberta: o uso de água de cozimento de grão de bico na confecção das claras em neve para que todo vegano fã de merengues, suspiros, macarons, amaretti, mousses aerados, etc possa degustar novamente desses alimentos, bem como aquele seu amigo ovo-lacto-“vegetariano” não terá mais a desculpa de que não se torna vegano por causa do suspiro da vovó.

clara-de-ovo-vegana-veja-mais-uma-descoberta-da-humanidade-suspiro-merengue-clara-em-neve-vegetarianaVeja como fazer sua clara de neve vegana:

Leia mais »

Afirmar que o problema da falta de comida ou água é o número da população de humanos é muita estupidez, quando o problema é que apenas sete bilhões de humanos trabalham para sustentar 70 bilhões de animais dos quais pelo menos 56 bilhões são assassinados todos os anos.

o-problema-em-nosso-planeta-nao-e-a-quantidade-de-humanos-sonia-felipe-vegetarianismo-veganismo

Dez vezes a população humana devora muito, mas muito mais alimento e água do que todos os humanos juntos. Mas isso é que certas pessoas agarradas ao seu bifinho (quero dizer, ao bifinho cortado de uma parte do corpo de outro animal), ao seu queijinho, ao seu sorvetinho, etc não querem ver. Paliativo não é adotar a dieta 100% vegetariana, é não querer ver. É preciso ir ao centro da questão, deixar prá lá argumentos sem sustentação.

A dieta imposta pelo agronegócio como saudável só foi saudável para a contabilidade dele, não para os 56 a 70 bilhões de animais criados e mortos todos os anos, nem para o planeta exaurido completamente, nem para a saúde humana. Basta contar o número de “remédios” consumidos em cada família por conta da dieta ovo-galacto-carnista que aí está posta como “saudável”.

Leia mais »

Você já ouviu falar de uma planta conhecida como “carne vegetal” ou “carne de pobre”? Trata-se do ora-pro-nóbis (Pereskia aculeata), hortaliça com elevados teores de proteínas. Seu cultivo e consumo é mais comum em Minas Gerais, onde todo ano é realizado o “Festival do Ora-pro-nóbis”, em Sabará.

Foto: Renata Takahashi

Foto: Renata Takahashi

Ainda pouco difundido enquanto alimento, o ora-pro-nóbis é utilizado em muitos locais como cerca-viva, pois desenvolve acúleos (falsos espinhos pontiagudos) em sua fase adulta, quando vira um arbusto. A planta pertence à família das cactáceas.

Leia mais »

Segure o queixo e tente não sentir vontade de comer ao ler!

Inaugurado oficialmente no dia 3 de abril de 2014, o Atma Veg é o primeiro Fast Food 100% Vegano do Brasil.

O estabelecimento possui um completo cardápio vegano de deixar qualquer um boquiaberto! São diversas opções doces e salgadas, um jeito diferente de fazer Fast Food, saudável e vegano, com foco em alimentos naturais, integrais e orgânicos.

voce-sabe-como-e-feito-o-veganburger-do-atma-veg-vegan-max-camaleão-taubaté-vale-do-paraíba

Os burgers de Grão de Bico, Soja, Ervilha e Beterraba, são preparados com temperos especiais, gentileza, dedicação e acompanham patês exclusivos, queijos vegetais, legumes e verduras.

A sequência de montagem do lanche segue um padrão interessante e criativo: pão tradicional ou integral, patê de tofu saborizado nos dois lados do pão de hambúrguer (sim, nos dois lados), na base do pão uma quantidade generosa de legumes é colocada sobre o patê para que fiquem bem juntinhos e não escorreguem facilmente, na parte de cima do pão as folhas são colocadas no patê delicadamente, como se fossem pétalas, do centro para as bordas, criando uma aparência convidativa ao veganburger, permitindo que o lanche fique bem decorado.

Enquanto isso na chapa é a vez do queijo vegetal ser derretido e o burger dourado separadamente, até dar o ponto, quando o queijo é colocado em cima do burger e abafado para que se unam e saborizem um ao outro! Hummm… (água na boca), aí é só montar para servir e devorar! ;)

voce-sabe-como-e-feito-o-veganburger-do-atma-veg-vegan-max-taubaté-vegetarianismo-são-paulo

Tudo é feito com agilidade no melhor estilo Fast Food, adicionado de muito carinho e o toque especial vegano do Atma Veg, com saúde e essência do sabor!

O Atma Veg está localizado no Parque Doutor Barbosa de Oliveira (em frente à Praça da Rodoviária Velha, na esquina da Avenida 9 de Julho com a Rua Anízio Ortiz Monteiro), nº 353, no Centro de Taubaté (SP); a lanchonete aceita cartão de débito, tem estacionamento conveniado, mesas internas e externas.

Não deixe de conhecer e conferir os diversos lanches do Atma Veg. Faça uma visita e traga seus amigos.

 

Zoológicos são prisões para os animais!

O Catraca Livre, site fundado em 2009, que reúne informações sobre cultura, comunicação, educação, ativismo comunitário, cidadania, empoderamento e faz um jornalismo de serviços acessíveis/gratuitos, publicou ontem na categoria Mundo Animal um texto elencando “10 motivos para não visitar o novo aquário em São Paulo”.

catraca-livre-publica-em-defesa-dos-animais-explorados-em-zoologicos-urso--polar-aquários-são-paulo

Segundo a nova abordagem de comunicação do site Catraca, a grande missão deles é comunicar para empoderar. No que tange aos animais, o site tem realmente dado espaço para isso, produzindo cada vez mais conteúdo que dissemina o amor e respeito a todas espécies de animais (sim, todas as espécies, pois conteúdos sobre Vegetarianismo e Veganismo também tem sido publicados pelo Catraca).

Na lista de dez motivos para não visitar aquários e zoológicos, algumas afirmações comuns e outras não tão conhecidas pelo público geral foram divulgadas na matéria e nos chamou atenção, colocamos algumas que consideramos importantes abaixo:

– Zoológico não ajuda a preservar a espécie, pois animais em cativeiro têm muita dificuldade em se reproduzir.

Leia mais »

Nesta era do poder do dinheiro e da publicidade existem várias coisas que parecem ser mas não são!

O monocultivo do eucalipto parece floresta, mas não é!

Uma floresta de verdade é constituída pela biodiversidade e não por um único espécime, como o eucalipto. Por exemplo, na Mata Atlântica, temos mais de trezentas espécies vegetais por hectare, sem contar com a fauna imensurável.
o-monocultivo-do-eucalipto-parece-floresta-agua-e-biodiversidade

Em meio aos estéreis eucaliptais, cultivados por grandes papeleiras para produção de celulose, a maior parte delas exportada para os EUA, Europa e China, inexiste ciclo de vida, pois animal algum conseguiria estabelecer habitat no seio de uma plantação de árvores clonadas que não geram alimento e que são cortadas de cinco em cinco anos.

Nos vastos monocultivos industriais que hoje dominam a paisagem do Estado, insetos e animais como borboletas, besouros, joaninhas, abelhas, anfíbios, tatus, etc., estão praticamente EXTINTOS pelo uso intensivo de agrotóxicos, como herbicidas à base de glifosato e formicidas de sulfluramida, que sustentam a expansão em escala oceânica dessa fronteira do agronegócio.

Leia mais »

O que é o Vegetarianismo e o Veganismo?

Há quem reaja contra a avalanche de “vegetarianos” ou de “veganos” que confundem as pessoas por aplicarem a si mesmos conceitos que suas práticas diárias contradizem.

Entendo a reação de quem fica confusa com tanta gente se dizendo vegetariana e devorando tudo que é oferecido, mesmo que na receita artesanal ou industrial o ‘alimento’ ou a junk food esteja carregada de derivados animais.

vegetariano-ou-vegano-ha-quem-confunda-os-outros-vegetarianismo-ovolactovegetarianismo-nem-peixe-nem-queijo-nem-mel-significado-o-que-é-vegetarianismo

Então, para clarear, vamos lá: comer vegetais, ainda que sejam muitos, não transforma uma pessoa em “vegetariana”. Se assim fosse, boa parte das brasileiras e dos brasileiros poderia denominar-se vegetariana, porque botam bastante comida vegetal em seus pratos: arroz, feijão, batatas, cenoura, beterraba, grão-de-bico, lentilha, vagem, tomate, cebola, alho, chuchu, abóbora e tantos outros alimentos.

Entretanto, se no prato a gente leva qualquer produto feito à base de carnes, ovos, leite ou mel, mesmo que esses produtos estejam tão disfarçados que a gente não veja nenhum pedaço do animal ali, a gente não segue uma dieta vegetariana, ainda que vegetais rodeiem no prato as carnes, peixes e queijos.

Mas há derivados animalizados menos visíveis. Exemplo: corante carmim, ou, corante cochonilha que é o mesmo. Não se vê nada dos 150 mil insetos usados para se produzir 1 kg daquele pó vermelho usado em tudo que é hidratante, bala de goma etc. Outro exemplo: gelatina. Você não tem a menor ideia (você é força de expressão) de que a gelatina é feita do boi ou de uma misturada que pode até conter ossos e sabe-se-lá-mais-o-que, feito somente com a morte de algum ou de muitos animais.

Se a pessoa come sorvete feito com leite da vaca, ela não vê o leite, ali, só sente o sabor delicioso (composto com sabores e fixadores de sabores artificiais) que escolheu. Essa pessoa não é vegetariana, muito menos vegana.

Não se é vegano, se houver consumo de produtos feitos à base dos corpos dos animais, vivos ou mortos, não importa.

E, para se dizer vegetariano, não basta tirar as carnes do prato, mas deixar peixes, ovos, queijos, manteiga, iogurte, frozen, tortas, biscoitos e sabe-se-lá-mais-o-que produzido com o leite.

A confusão é porque muita gente que só para de comer as ditas “carnes vermelhas” (na verdade, originalmente, todas as carnes são vermelhas, o que acontece é que de muitos animais o sangue é escoado do corpo e das carnes no matadouro, por isso a carne vendida parece sem sangue. Havia sangue ali, sim.) e outras tantas pessoas que só não as comem um dia da semana já saem por aí dizendo que são vegetarianas.

Leia mais »

Registre provas dos maus-tratos, consulte e resgate preferencialmente com um advogado presente

É muito comum nas nossas cidades nos depararmos com aquela cena do vizinho que se muda ou se ausenta por longo período e deixa “seu” pobre e indefeso cão condenado à própria sorte, sob o frio e chuva, sem água e nem comida. Comovidos com a dor e sofrimento diário do bichinho, a vizinhança e transeuntes tentam alimentá-lo, já outros denunciam o abandono à polícia ou desabafam nas redes sociais.

Temendo a questão legal da inviolabilidade do domicílio alheio, a maioria das pessoas refutam a ideia de promover o pronto e imediato resgate do animal. Esperam por uma providência do Poder Público, tentam contactar o dono do imóvel ou algum parente conhecido que tenha autorização de lá ingressar sem problemas. Enquanto isso, os maus-tratos vão devorando a saúde do cão que, debilitado, parece sucumbir à negligência de seu tutor.

animais-podem-ser-salvos-de-maus-tratos-sem-mandado-judicial-propriedade-particular-crimes

Acontece que a regra da inviolabilidade do domicílio, assim como qualquer outra disposta nas nossas leis vigentes, não é absoluta. A própria Constituição Federal é clara ao proclamar que a casa é asilo inviolável do indivíduo, ninguém nela podendo penetrar sem consentimento do morador, salvo em caso de flagrante delito. Igualmente, o Código Penal, após tipificar o delito de violação de domicílio, faz a ressalva de que não constitui crime a entrada ou permanência em casa alheia ou em suas dependências a qualquer hora do dia ou da noite, quando algum crime está sendo ali praticado ou na iminência de o ser.
Acertadamente, nossa legislação não elegeu quais infrações penais seriam autorizativas da invasão do domicílio alheio, foi genérica e abrangente. Aí, naturalmente, incluindo os delitos derivados de condutas e atividades lesivas ao meio ambiente, fauna e flora, como, p. Ex., o crime da prática de ato de abuso, maus-tratos, ferimento ou mutilação de animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos – Art. 32, da Lei 9.605/98.

Para quem não é acostumado ao juridiquês, bom ressaltar que o crime do Art. 32 da Lei de Crimes Ambientais possui elementar que pode perfeitamente classificá-lo como crime omissivo permanente, qual seja, “maus-tratos”. O Dicionário Priberam Eletrônico assim define maus-tratos: “conjunto de ações ou comportamentos infligidos a outrem e que colocam em perigo a sua saúde ou integridade física e que constitui delito (pode incluir trabalho impróprio ou excessivo, castigos físicos ou outras punições, alimentação insuficiente, negligência nos cuidados de saúde etc)”. Assim, em síntese, enquanto não cessada a omissão e negligência do ‘tutor’ do animal em situação de grave e periclitante abandono, o crime se protrai no tempo, podendo o sujeito ativo do delito receber voz de prisão em flagrante a qualquer momento, cessando a consumação do crime.

Leia mais »

Camaleão.Org © 2013